atas
 
   
 
 
 
DAS FINALIDADES
DOS OBJETIVOS
DOS PARTICIPANTES
DAS INSCRIÇÕES
DOS CONCORRENTES
SEÇÃO PRIMEIRA - DAS DANÇAS TRADICIONAIS
DA CHULA
DAS DECLAMAÇÕES
DA TROVA
DE CONJUNTO VOCAL
SOLISTA VOCAL
DAS GAITAS
DO VIOLÃO E DA VIOLA
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
DANÇAS GAÚCHAS
PLANILHA PARA DECLAMAÇÃO
MODELO PLANILHA PARA TROVA
MODELO PLANILHA CONJUNTO VOCAL
MODELO DE PLANILHA – SOLISTA VOCAL
MODELO DE PLANILHAS – GAITAS
MODELO DE PLANILHA – VIOLÃO
MODELO DE PLANILHA – CHULA
CHULA
CONCURSO
CONSIDERAÇÕES AOS CHULEADORES
DANÇAS DOS FACÕES
CONCURSO
CHICO DO PORRETE
CONCURSO
FANDANGO SAPATEADO
CONCURSO
BREVES ESCLARECIMENTOS
REGULAMENTO CONCURSO PEÃO BARRIGA VERDE E PRENDAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA
DA INSTITUCIONALIZAÇÃO E FINALIDADES
DAS CATEGORIAS
DOS CANDIDATOS E REQUISITOS
DAS INSCRIÇÕES
DA OPERACIONALIZAÇÃO
DA COMISSÃO AVALIADORA
DOS CRITÉRIOS DE JULGAMENTO
CATEGORIA PEÃO MIRIM
CATEGORIA PEÃO JUVENIL
CATEGORIA PEÃO ADULTO E VETERANO
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
AS DISPOSIÇÕES LEGAIS
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
BIBLIOGRAFIA BÁSICA PARA OS CONCURSOS ESTADUAIS E REGIONAIS
PEÃO BARRIGA-VERDE – MIRIM
PLANILHA PEÃO BARRIGA-VERDE:
ADULTO E VETERANO
PLANILHA PRENDA MIRIM
PLANILHA PRENDA JUVENIL, ADULTA E VETERANA
MODELO DE ATA
MODELO DE ATA
MODELO FICHA DE INSCRIÇÃO
AUTORIZAÇÃO
APRESENTAÇÃO

 
  CAPÍTULO l  
DAS FINALIDADES

Art. 1º - O MTG-SC através do Regulamento Artístico tem por finalidade a preservação das Artes e da Cultura Gaúcha de Santa Catarina.
Art. 2º - Organizar e desenvolver o movimento Artístico nas diversas modalidades e categorias previstas neste regulamento.
Art. 3º - Promover concursos nos níveis Interno (Rodeios), Regional (Festivais) e Estadual o ECART (Festival Catarinense de Arte e Tradição Gaúcha).

a) Nível Interno: Sua realização é de responsabilidade do CTG ou entidade promotora.
b) Nível Regional: Sua realização a cargo da Coordenadoria Artística Regional.
c) A Nível Estadual: Sua realização é de inteira responsabilidade do MTG-SC, através do Diretor do Departamento Artístico, juntamente com a Diretoria do MTG-SC. A sua realização acontecerá no mês de julho de cada ano.

Art. 4º - O FECART (Festival Catarinense de Arte e Tradição Gaúcha) deverá ser realizado na cidade de Lages nos anos ímpares e nos anos pares nas outras R.Ts sucessivamente obedecendo a ordem crescente, acontecendo uma vez no litoral e a outra no oeste/centro-oeste.
a) Os municípios terão até a data de 30 de maio dos anos ímpares para candidatar-se a sede do FECART do ano seguinte, através do Coordenador Artístico Regional, para que no final do FECART (Lages) seja divulgado o local do FECART seguinte.

b) Estarão concorrendo a sediar o FECART os municípios pertencentes a R.T. contemplada , que se inscreverem dentro do tempo determinado por este artigo, e apresentarem as melhores condições de infraestrutura e serão avaliadas por comissão formada por membros dos departamentos artístico e cultural.


  CAPÍTULO II  
DOS OBJETIVOS

Art. 5º - Promover encontros para debater sobre os assuntos relacionados com a Tradição Gaúcha Catarinense. O compromisso com as Gerações, a História, o Folclore, o Artesanato, a Sociedade e o Futuro. E está acima dos interesses individuais, por isso a busca dos valores.
§ 1º - Abrir espaço para o aparecimento de novos grupos e talentos, para fortalecer ainda mais o meio artístico catarinense.
§ 2º - Estimular o intercâmbio cultural entre as entidades tradicionalistas de Santa Catarina, as quais asseguram a credibilidade e a vontade firme de atingir os objetivos do tradicionalismo.
§ 3º- Premiar os talentos que melhor atenderem aos propósitos deste regulamento, dentro da mais pura liberdade e compromisso com a nossa sociedade.


  CAPÍTULO III  
DOS PARTICIPANTES

Art. 6º - Poderão participar nos eventos artísticos e concursos tradicionalistas de Santa Catarina, os candidatos inscritos por entidade filiada ao MTG-SC, portadores de carteira tradicionalista pela mesma (entidade), que se propuserem a obedecer às normas deste regulamento e a nomenclatura Hierárquica do Estatuto do MTG-SC.
§ 1º - Todo Peão ou Prenda vinculado ao um CTG ou Grupo folclórico, somente poderá participar por outra entidade congênita após 01(um) ano de sua rescisão, ou com a liberação por escrito do Patrão da Entidade, nesse caso, a tranferência é imediata.
a) Uma vez solicitada à transferência (imediata), o participante não poderá requerê-la novamente antes de cumprir a carência de 01(um) ano de sua rescisão;
salvo os casos comprovados de mudança de residência ou domicilio, e os casos especiais que deverão ser analisados pelo Coordenador Artístico Regional .
b) A transferência quando não aceita pelo Patrão, deverá ser solicitada ao Coordenador Artístico Regional através de ofício, sendo que o prazo de 01 (um) ano será contado a partir da data do recebimento pelo Coordenador; através de AR (Aviso de Recebimento) ou em mãos próprias através de ciência (data e assinatura).
§ 2º - Poderão participar, individuais ou em conjunto (danças e conjuntos vocais), apenas os artistas amadores que estejam representando entidades filiadas ao MTG-SC, e/ou apresentar a carteira tradicionalista nacional (CBTG) por uma entidade catarinense.
a) São considerados amadores, para efeito de participação nos Concursos Individuais, os andidatos que, eventualmente, tenham participado como integrantes de grupos que se apresentam mediante remuneração e/ou participação de gravações fonográficas, individuais ou coletivas.
b) Poderão participar, também, nos Concursos, apenas como integrantes para acompanhamento musical dos grupos de danças, músicos profissionais, e que possuam identidade tradicionalista do MTG-SC, e/ou apresentar a carteira tradicionalista nacional (CBTG)
§ 3º - Para o FECART- Festival de Arte e Tradição Gaúcha, cada entidade filiada poderá inscrever TRÊS (03) concorrentes nas modalidade artísticas individuais e por categoria. Na fase Interna (Rodeio) e Regional, fica a critério de cada órgão promotor o número de inscrições por entidade.
§ 4º - As entidades tradicionalistas, bem como os seus participantes, deverão estar com suas obrigações (Anuidades) regularizadas junto ao MTG-SC, para poder participar dos eventos regionais e estaduais de Santa Catarina.
§ 5º - Na fase Estadual (FECART) será permitida a participação do mesmo concorrente no máximo em três (03) das modalidades, sejam individuais ou coletivas, previstas neste regulamento. Nos Rodeios, fica a critério de cada órgão promotor.
a) Em grupos de danças, qualquer concorrente poderá participar em concurso na categoria de faixa etária superior a sua, com exceção da categoria veterana que poderá participar da categoria adulta. Para concursos individuais serão respeitados os limites de idade eterminados no artigo 7º deste regulamento.
b) Os concorrentes da categoria Veterana poderão participar das categorias adultas quando não houver a modalidade no evento. §6º - Todos os concorrentes deverão apresentar-se no palco trajando indumentária gaúcha correta, inclusive para receber a premiação.
Art. 7º - Em todo o Estado de Santa Catarina, os concorrentes artísticos terão as seguintes categorias:
a) Categoria Pré-Mirim: até o final do ano em que completar 7 anos.
b) Categoria Mirim: até o final do ano em que completar 13 anos.
c) Categoria Juvenil: de 13 (treze) até o final do ano em que completar 17 anos.
d) Categoria Adulta: de 17 (dezessete) anos até o ano em que completar 30 anos.
e) Categoria Veterana: Prenda acima de 30 (trinta) anos.
Peão acima de 35 (trinta e cinco) anos.



  CAPÍTULO IV  
DAS INSCRIÇÕES

Art. 8º - As inscrições serão gratuitas e deverão ser realizadas por intermédio de uma entidade filiada ao MTG-SC.
§ 1º - Toda ficha de inscrição deverá conter o número da identidade tradicionalista de cada concorrente, a qual será exigida e verificada também no momento da sua apresentação.
§ 2º - Nas Fases Interna e Regionais (Rodeios e festivais), a inscrição poderá ser feita pelo Patrão (Posteiro da Artística), Patrão Geral e Coordenador Regional.Na Fase Estadual a inscrição deverá ser feita pelo (a) Coordenador (a) da Região.
§ 3º - As Entidades Tradicionalistas (CTGs) deverão confirmar as inscrições para o FECART (Festival Catarinense de Arte e Tradição Gaúcha) com 30 (trinta) dias de antecedência, as inscrições realizadas após esta data serão ignoradas pelo MTG-SC.


  CAPÍTULO V  
DOS CONCORRENTES

Art. 9º - As modalidades oficiais dos concursos artísticos de Santa Catarina são:
01 -Danças Tradicionais (Mirim, Juvenil, Adulto e Veterano)
02 -Danças Birivas do Tropeirismo Gaúcho
03 -Chula (Pré-Mirim, Mirim, Juvenil, Adulto e Veterano)
04 -Declamação Peao e Prenda (Pré-Mirim, Mirim, Juvenil, Adulto e Veterana)
05 – Causo (Categoria Única)
06 -Violino (Categoria Única)
07 - Rabeca (Categoria Única)
08 - Gaita de Boca (Categoria Única)
09 - Trova Mi Maior (Categoria Única)
10 - Trova do Martelo (Categoria Única)
11 - Conjunto Vocal (Categoria Mirim, Juvenil, Adulto e Veterano)
12 - Intérprete Vocal Peão e Prenda (Pré Mirim, Mirim, Juvenil, Adulto e Veterano)
13 - Gaita de Botão Até Oito Baixos (Pré Mirim, Mirim, Juvenil, adulto e Veterano).
14 - Gaita de Botão Mais de Oito Baixos (Pré mirim, Mirim, Juvenil, Adulto e Veterano).
15 - Gaita Piano (Pré Mirim, Mirim, Juvenil, Adulto e Veterano).
16 - Violão (Pré Mirim, Mirim, Juvenil, Adulto e Veterano)
17 - Viola de 10 ou 12 cordas (Categoria Única)
18 – Chula Trio (Mirim, Juvenil, Adulto e Veterano)
19 – Poesia Inédita (Categoria única)
20 – Mais Prendada Prenda(Pré-Mirim, Mirim, Juvenil, Adulto e Veterano)
§ 1º - Na Fase Estadual, para que se realize qualquer das modalidades acima, deverão estar inscritos, no mínimo, dois (02) participantes. Não sendo alcançado este número, a Comissão Organizadora poderá, a seu critério, convidar os inscritos para apresentarem-se a título de demonstração, devendo os mesmos receber troféus de participação especial. No caso da POESIA INÉDITA cada entidade podera inscrever até 3 concorrentes na fase estadual. Na regional (rodeios) fica a critério do organizador do evento. Na fase estadual o tema a ser adotado será SANTA CATARINA E SUA HISTÓRIA, não podendo haver plágio total ou parcial de obras ja publicadas sendo livres o número de estrofes e versos, devendo obrigatoriamente versar sobre o tema acima, os concorrentes deverão entregar 3 cópias e poderá ser apresentada pelo mesmo autor ou pessoa por ele indicada, não sendo considerado os quesitos da declamação, sendo avaliada pelos seguintes quesitos:
a) conteúdo e criatividade 4 pontos
b) fidelidade ao tema 4 pontos
c) inspiração poética 2 pontos
O declamador não será avaliado e não receberá premiação. Será avaliado somente a POESIA INÉDITA, sendo que o premio será entregue ao autor da mesma, devendo para receber o mesmo estar devidamente pilchado.
Art. 10º - Todo evento tradicionalista “rodeio” deverá constar na sua programação de no mínimo quatro (04) modalidades previstas no artigo 9º deste regulamento e quando houver fase classificatória, a nota da fase eliminatória será zerada, valendo somente a nota da fase final.
Art. 11º - Os itens “1” (DANÇAS TRADICIONAIS), “3” (CHULA), “4” (DECLAMAÇÃO)
e “12” (INTÉRPRETE VOCAL) do artigo 9º, quando realizados, deverão ser desenvolvidos obrigatoriamente em qualquer evento tradicionalista com as categorias previstas no artigo 7º deste regulamento.
Art. 12º -Para cada apresentação em palco será sorteada a ordem de entrada dos concorrentes (por entidade), sempre na última reunião antes do evento (FECART).
Para os demais Rodeios e Festivais ficará a critério do órgão promotor.
a) Para as categorias individuais a ordem de apresentação é inversa ao das danças; assim sucessivamente.
b) As entidades que apresentarem três concorrentes deverão fazê-la seguindo a ordem alfabética.
Art. 13º - O número de concorrentes classificados para a fase final no FECART (Festival Catarinense de Arte e Tradição Gaúcha), será de oito (08) participantes para a modalidade “ 1 ” do artigo 9º (DANÇAS TRADICIONAIS); Seis (06) participantes para a “ 3 ” do artigo 9º (CHULA), e para as demais modalidades classificará cinco (05) por categoria e modalidade. Nos Rodeios e Festivais, fica a critério de cada órgão promotor.
Art. 14º - As notas da fase eliminatória será zerada para a fase final nos concursos individuais e coletivos.


  CAPÍTULO VII - DAS MODALIDADES E CRITÉRIOS DE JULGAMENTO
 
SEÇÃO PRIMEIRA - DAS DANÇAS TRADICIONAIS


Art. 16º - As danças desta modalidade deverão ser apresentadas segundo as obras editadas pelos pesquisadores João Carlos Paixão Côrtes e Barbosa Lessa.

Art. 17º- Os grupos concorrentes (danças gaúchas) deverão apresentar se em palco com, no mínimo, 5 (cinco) pares.

§ primeiro – Todo músico poderá tocar para até 5 entidades, desde que seja filiado a uma entidade tradicionalista no Brasil com carteira da CBTG (Na fase estadual, ou seja no FECART) Nos rodeios e outros eventos ficam a cargo das comissões organizadoras. Na ficha de inscrição de cada entidade deve constar o nome dos músicos que acompanharão os grupos de danças.

§ segundo – Os grupos de danças disporão de até 27 minutos para a

apresentação da primeira invernada, ou 5 minutos a mais, caso apresente a dança Pau-de-fitas. As invernadas subsequentes da entidade terão 20 minutos para a apresentação, mais cinco minutos em caso de Pau-de-fitas. Cada minuto excedente terá o desconto de um ponto da soma total das notas dos avaliadores.
Art. 18º - As Danças sorteadas na fase eliminatória não poderão ser
novamente sorteadas pelo mesmo grupo de danças na fase final.

§ 1º - O sorteio será realizado pelo posteiro Artístico (responsável) do Grupo durante a reunião dos posteiros com o Departamento Artístico.

Art. 19º - Os grupos de danças são os seguintes:

Grupo “A” – Danças com influência da 1º Geração Coreográfica e seus Hibridismos

Tirana-do-Lenço (1º Geração);

Tatu com volta no Meio (1º Geração)



Anú (Hibridismo 1º e 2º Geração)

Sarrabalho (Hibridismo 1º e 3º Geração)

Balaio (Hibridismo 1º e 3º Geração)
Chimarrita – Balão (Hibridismo 1º e 4º Geração)

Chico Sapateado (hibridismo 1º e 4º Geração)

Tirana do Ombro (1ª geração)

Balão Caído ( 1ª e 4ª. Geração)

Grupo “B” – Danças com Influência da 2º e 3º Geração coreográfica e seus Hibridismos

Caranguejo (2º Geração)

Quero-mana (2º Geração)

Rilo (3º Geração, em roda)

Cana-Verde (3º Geração, em roda)

Chimarrita (3º Geração, em fileiras opostas)

Maçanico (3º Geração, em fileiras opostas)

Pezinho (3º Geração, alternativa livre)

Queromaninha – Mariquita ( com características da 2ª. Geração)

Grupo “C” – CHOTES

Chotes Carreirinha (4º Geração)

Chotes das Sete Voltas (4º Geração)

Chotes Inglês (Hibridismo 2º e 4º Geração)

Chote de Ponta e Taco

Chote de Sete Passos

Chote do Dedinho

Chote de Par Trocado a Moda da Serra

Chote de Par Trocado a Moda da Fronteira

Chote de Par Trocado em Roda à Moda Serrana

Chote de Par Trocado Trocado em Roda a Moda Litoral

Grupo “D” – Danças da 4ª. Geração coreográfica, danças especiais, dança criada, vanerão

Sarna (Com características de 4º Geração)


Mazurca Marcada (Com características de 4º Geração)

Graxaim (Com características de 4º Geração)

Mazurca Galopeada (Com características de 4º Geração)

Valsa do Passeio (Com Características Híbridas de 3º Geração)

Valsa de Mão Trocada (Dança Ensaiada com Características de 3º Geração)

Mazurca de Carreirinha

Vanerão Sapateado

Pau de Fitas (Dança ensaiada)

Rancheira de Carreirinha (Dança criada por Barbosa Lessa)

Tatu {de Castanholas} (conforme Manual de Danças Tradicionais do MTG/RS)

Roseira (conforme Manual de Danças Tradicionais do MTG/RS)

Chote de Duas Damas (Dança Especial)

Havanera Marcada

a) Categoria Mirim e Veterana

Para estas categorias será obrigatória a apresentação de 04 danças: 01 (uma) dança de livre escolha de cada Grupo “A”, “B”, “C” e “D”.

b) Categorias Juvenil e Adulta

Apresentarão 4 (quatro) danças. Os grupos escolhem 3 danças de cada bloco, para que destas seja sorteada uma dança de cada bloco para a eliminatória e, caso o grupo passe para final, sortear mais uma de cada bloco das 2 que restaram.

§ 1º - Para os eventos de nível Estadual (FECART) aplicam-se as letra “a” (mirim e veterana – 4 danças de livre escolha, sendo uma de cada bloco) e “b” (juvenil e adulta – escolhem 3 danças de cada bloco para que seja sorteada uma) do artigo 19, do capítulo VII. Para os rodeios internos e regionais fica a critério de cada órgão promotor.

Art. 20º - Toda dança livre deverá estar relacionada no artigo 19 deste regulamento, não podendo ser repetida nas outras fases do concurso.

Art. 21º - A comissão avaliadora observará os seguintes quesitos, para os grupos de danças:

a) Interpretação.......................... 00 a 04

b) Harmonia.............................. 00 a 02

c) Música.................................. 00 a 02

d) Coreografia............................ 00 a 02



  SEÇÃO SEGUNDA  
DA CHULA

Art. 22º - Na Fase Estadual cada Entidade Tradicionalista terá o direito
De inscrever 03 (três) candidatos por categoria. Na Fase Interna fica a critério de cada órgão promotor. Categorias Pré Mirim, Mirim, Juvenil, Adulto e Veterano.

Art. 23º - Antes de iniciar o concurso de chula, a comissão avaliadora
Chamará todos os concorrentes e procederá ao sorteio das duplas. São classificados para a fase seguinte, aqueles que individualmente obtiverem o maior número de pontos.

§ 1º Não será permitido o uso de objetos tais como: faca e boleadeira no
passo.

§ 2º O chuleador não poderá executar figuras de pé quebrado,
Característica do malambo Argentino.

§ 3º Cada chuleador poderá fazer figuras de 08 (oito), 12 (doze), e 16
(dezesseis) compassos.

§ 4º Não será aceito no final da figura, movimentos que não estão nos
primeiros 50% dos compassos de cada figura, com exceção da última nota musical.

Art. 24º Caberá aos concorrentes a indicação dos gaiteiros para esta prova.

Art. 25º
•Cada chuleador pré mirim e mirim executará 04 (quatro) figuras na fase
eliminatória e 06 (seis) figuras na fase final.

•Cada chuleador juvenil executará 06 (seis) figuras na fase eliminatória e 08
(oito) figuras na fase final.

•Cada chuleador adulto executará 08 (oito) figuras na fase eliminatória e 10
(dez) figuras na fase final.

•Cada chuleador Veterano executará 03 (três) figuras na fase eliminatória e 04
(quatro) figuras na fase final.

Art. 26º - A comissão avaliadora observará os seguintes quesitos na chula:
a) Nota por figura.............................00 a 10 pontos
b) Agilidade do sapateador................00 a 03 pontos
c) Postura do sapateador................. 00 a 03 pontos
d) Marcação ou preparação...............00 a 02 pontos
e) Final das figuras ...........................00 a 02 pontos

§ 1º - O chuleador perderá 01 (um) ponto quando:

Perder o ritmo, Executar figuras com imperfeição.

Perderá 02 (dois) pontos quando bater na vara.

Obs.: O desconto deverá ser feito diretamente na nota da figura.

§ 2º - A somatória da planilha será dividida por um número a mais da
quantidade de figuras.

§ 3º - Deverá ser descontado até 0,5 ponto por indumentária incorreta.


  SEÇÃO TERCEIRA  
DAS DECLAMAÇÕES

Art. 27º Na fase Estadual cada Entidade poderá inscrever 03 (tres)
concorrentes por modalidade e categoria. Na fase Interna (Rodeio) fica a critério do órgão promotor. Categorias Pré Mirim, Mirim, Juvenil, Adulto e Veterano.

§ 1º - Os temas adotados deverão ser de inspiração gaúcha.


§ 2º- Para os eventos de nível Interno as regras para apresentação
ficam a critério de cada órgão promotor.

A nível Estadual segue as seguintes:

a) Para as categorias Pré Mirim, Mirim e Juvenil, o concorrente deverá apresentar 01 (uma) poesia de sua livre escolha, não podendo repetir na fase final.

b) Para as Categorias Adulta e Veterana, será sorteado 01 (uma) poesia dentre 03 apresentadas, de sua livre escolha, não podendo repeti-la na fase final.

§ 3º - Os concorrentes entregarão à comissão avaliadora 01 (uma) cópia
legível de cada um dos poemas a serem sorteados (adulto e veterana) ou
apresentados de livre escolha (Pré Mirim, Mirim e Juvenil).

§ 4º - Na Fase Estadual, em caso de classificação para a fase final, o
concorrente sorteará novo poema entre os relacionados na primeira fase.

§ 5º O concorrente terá o tempo máximo de 10 (dez) minutos para sua
apresentação, perdendo 01 (um) ponto por minuto ou fração que passar deste limite.

Art. 28º A comissão avaliadora observará os seguintes quesitos na
declamação:

a) Interpretação............................00 a 04

b) Fidelidade ao texto....................00 a 02

c) Dicção......................................00 a 02

d) Gestualidade.........................00 a 02

§ 1º - Na avaliação da indumentária o concorrente poderá perder até 0,5
pontos do total geral de cada planilha, caso esteja incorreta ou inadequada.

§ 2º - Para cada Modalidade deverá ter um jurado somente no item “B”
(FIDELIDADE AO TEXTO), posteriormente sua nota deverá ser transferida para as planilhas dos outros jurados que estão avaliando os itens “A” (INTERPRETAÇÃO), “C” (DICÇÃO) “D” (GESTUALIDADE).


  SEÇÃO QUARTA  
DA TROVA

Art. 29º-Na fase Estadual, cada entidade poderá inscrever 03 (tres)concorrentes por modalidade. Na fase Interna (Rodeio) fica a critério do órgão promotor.

Art. 30º - Cada um dos concorrentes realizará intervenção sobre o tema sorteado pela comissão avaliadora, no momento da apresentação de cada dupla concorrente de acordo com a modalidade da trova.

§ 1º Cada concorrente entoará 05 (cinco) estrofes para cada disputa.

§ 2º Serão classificados para a fase final os 05 (cinco) concorrentes com as melhores médias.

§ 3º Deverá ser descontado até 0,5 pontos por indumentária incorreta.

Art. 31º - A comissão avaliadora observará os seguintes quesitos na trova:

a) Metrificação dos versos......................00 a 03

b) Rima.................................................00 a 02

c) Dicção...............................................00 a 02

d) Fidelidade ao Tema............................00 a 02

e) Afinação............................................00 a 01


  SEÇÃO QUINTA  
DE CONJUNTO VOCAL

Art. 32º- Na fase estadual cada entidade poderá inscrever somente 01 (um) conjunto vocal POR CATEGORIA.

Na fase Interna (Rodeio e Festival), fica a critério de cada órgão promotor.

§ 1º - Os concorrentes desenvolverão um número musical diferente para Cada apresentação de sua autoria ou outros compositores. Os temas adotados deverão ser de inspiração gaúcha.

Art. 33º - Será facultativo o uso de instrumento elétrico ou com capacitores. Recomenda-se, para acompanhamento instrumental, a utilização de instrumentos e microfone. Perdendo 01 (um) ponto por minuto ou fração excedente.

§ 1º - Os concorrentes nesta modalidade disporão de 08 (oito) minutos Para sua apresentação, incluindo o tempo de preparação de instrumentos e microfone, perdendo 01 (um) ponto por minuto ou fração excedente.

§ 2º - O grupo de conjunto vocal, terá o número máximo de 10 (dez) e no mínimo de 03(três) figurantes.


§3º - Os Grupos participantes deverão vocalizar, no mínimo, 03 (três) Vozes distintas.

Art. 34º - A comissão avaliadora observará os seguintes quesitos nas canções:

a) Interpretação........................................................00 a 04

b) Harmonia Vocal....................................................00 a 03

c) Ritmo...................................................................00 a 02

d) Gestualidade.....................................................00 a 01

§1º Na avaliação da indumentária o concorrente poderá perder até 0,5 Pontos do total geral de cada planilha caso esteja incorreta ou inadequada.



  SEÇÃO SEXTA  
SOLISTA VOCAL

Art. 35º-Na fase Estadual cada Entidade Tradicionalista poderá inscrever 03 (tres) candidatos. Na Fase Interna (Rodeio e Festival) fica a critério de cada órgão promotor.

a) O concorrente desenvolverá um número musical diferente para cada apresentação de sua autoria ou de outros compositores. Os temas adotados deverão ser de inspiração gaúcha.

Art. 36º- Será facultativo o uso de instrumentos elétricos ou com capacitadores. Recomenda-se, para acompanhamento instrumental, utilização de instrumentos musicais característicos de nossa tradição gaúcha.

a) O concorrente nesta modalidade disporá de 07 (sete) minutos pra sua apresentação, incluindo o tempo de preparação de instrumento e microfone, perderá 01 (um) ponto por minuto ou fração excedente.

b) O solista vocal não poderá receber apoio vocal em nenhum momento de sua apresentação.

c) O concorrente poderá perder até 0,5 pontos por uso de indumentária incorreta ou inadequada.

e) A modalidade solista vocal deverá ser desenvolvida em todas as Categorias nos naipes feminino e masculino.

Art. 37º - A comissão avaliadora observará os seguintes quesitos nas canções:

a) Interpretação.................................................................00 a 04

b) Linha Melódica...............................................................00 a 03

c) Ritmo.............................................................................00 a 02

d) Gestualidade...............................................................00 a 01


  SEÇÃO SÉTIMA  
DAS GAITAS

Art. 38º - Na fase Estadual (FECART) cada Entidade Tradicionalista Poderá inscrever 03 (tres) candidatos nas modalidades dos itens “13” (GAITA DE BOTÃO ATÉ 8 BAIXOS) , “14” (GAITA DE BOTÃO MAIS DE 8 BAIXOS) e “15” (GAITA PIANADA), do artigo 9º do Capítulo V. Na fase interna fica a critério de cada órgão promotor.

Art. 39º - O concurso será disputado em naipe único (feminino e Masculino junto) em todas as categorias (pré mirim, mirim, juvenil, adulto e veterano) nas modalidades de Gaita Ponto Até oito Baixos, Gaita Ponto Mais de oito Baixos, e Gaita Piano.

Art. 40 º- Na fase Estadual cada concorrente executará uma música Sorteada entre um dos seguintes gêneros no momento da apresentação: Valsa, Vanera, Vanerão, Rancheira, Chote, Milonga, Chamamé e Bugio; com exceção da categoria mirim e pré mirim que poderá apresentar uma música de livre escolha dos gêneros apresentados, não podendo repetir na fase final. Na fase Interna (Rodeio) fica a critério de cada CTG promotor.

a) No sorteio, o candidato (a) poderá descartar até dois ritmos.

Art. 41º - O Participante perderá até 0,5 pontos pelo uso de Indumentária incorreta ou inadequada.

Art. 42º - A comissão avaliadora observará os seguintes quesitos nas modalidades de Gaita Ponto até Oito Baixos, Gaita Ponto Mais de Oito Baixos e Gaita Piano:

a)Técnica de execução...............00 a 04

b) Melodia..................................00 a 03

c) Ritmo.....................................00 a 02

d) Criatividade............................00 a 01



  SEÇÃO OITAVA  
DO VIOLÃO E DA VIOLA

Art. 43º - Na fase Estadual (FECART), cada Entidade Tradicionalista Poderá inscrever 03 (tres) concorrentes de cada categoria (pré mirim, mirim, juvenil, adulto e veterano). Na fase Interna fica a critério de cada órgão promotor.

Art. 45º - No concurso de violão, na fase Estadual, o participante Apresentará uma música sorteada, no momento da apresentação, dentre os seguintes gêneros: Valsa, Vanera, Milonga, Rancheira, Chamamé e Chote. No sorteio, o candidato poderá descartar até dois ritmos.

Art. 46º - A comissão avaliadora observará os seguintes quesitos no violão:

a) Técnica de execução..................00 a 04

b) Melodia......................................00 a 03

c) Ritmo.........................................00 a 02

d) Criatividade................................00 a 01

§ unico: estes quesitos serão avaliados da mesma forma para rabeca,Violino e viola, todos em categoria única.

Art. 47º - Quanto a indumentária, o candidato (a) perderá até 0,5 pontos no total de cada planilha caso esteja incorreta ou inadequada.


  CAPÍTULO VII  
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 48º - Para o FECART (Festival Catarinense de Arte e Tradição Gaúcha)
poderão participar 03 (tres) concorrentes de cada Entidade Tradicionalista em cada modalidade individual e categoria,conforme previsto neste Regulamento no CAPÍTULO III, parágrafo 2º com exeção do CONJUNTO VOCAL, que poderá ser somente 1 (UM). Estes concorrentes deverão estar representando CTGs ou Grupos Folclóricos filiados ao MTG-SC.

Art. 49º - Os concorrentes individuais e grupos classificados em 1º lugar de cada FECART assumem a responsabilidade de representar o Estado de Santa Catarina, quando da realização do rodeio de Campeões e FENART (Festival Nacional de Arte e Tradição Gaúcha). Em caso da impossibilidade dos primeiros lugares do 1ºFECART,após realização do ultimo nacional, assumirão os primeiros colocados do segundo FECART. Havendo repetição de primeiro lugar nos dois FECARTs, assumirá o segundo colocado do último FECART.Em caso de nào realização de um dos FECART, fica classifidado os primeiros e segundos colocados do FECART realizado.

§ unico - As Entidades classificadas, impossibilitadas de participar no FENART, deverão comunicar ao MTG SC até 60(sessenta) dias antes do evento. O não cumprimento desta determinação acarretará um multa de uma anuidade e de ser vetada suas participações no próximo FECART.

Art. 50º-Os participantes classificados em primeiro lugar na fase final do FECART, em cada uma das modalidades, serão reconhecidos pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho de Santa Catarina, individual ou coletivamente, como “CAMPEÃO ESTADUAL”.

Art. 51º - Serão desclassificados as entidades e os concorrentes individuais que:

a) Deixarem de observar as normas estabelecidas;

b) Dirigirem-se, de modo desrespeitoso, ou atentarem contra quaisquer dos concorrentes, dos promotores, dos organizadores e/ou da comissão avaliadora;

c) Não tenham comparecido nas etapas do FECART, sem apresentarem justificativa por escrito. Exceto nos casos fortuitos ou força maior.

§ Único: “A justificativa do não comparecimento no FECART, após a inscrição
deverá ser feita até o dia do evento por documento escrito assinado pelo concorrente, pelo Patrão da entidade e vistado pelo Coordenador Artístico da sua região, destinado ao Diretor Artístico, que após o evento (FECART) irá fazer a avaliação juntamente com a Diretoria do MTG-SC. A pena de suspensão de participação no FECART não será inferior a 01 (um) ano.

Art. 52º - Todo e qualquer recurso contra a inscrição de participantes ou Grupos deverá ser encaminhado, nos rodeios, ao Coordenador Geral do Evento. Na Fase Regional ao Coordenador Artistico e na Estadual, ao Diretor Artístico do MTG-SC, ou a Comissão Central. Por escrito e com provas concretas, antes da divulgação dos resultados.

Art. 53º - As penas aplicadas pela Diretoria do MTG-SC são irrecorríveis.

Art. 54º- Em caso de recurso interposto e provada a irregularidade, a Diretoria do MTG-SC pode:

a) Com relação aos concursos individuais: Desclassificar os candidatos,com conhecimento do Patrão ou seu responsável.

b) Com relação aos grupos: Desclassificar o grupo, com conhecimento do Patrão ou responsável.

Art. 55º- As premiações são até o terceiro lugar, nas modalidades individuais e até quinto lugar nas Danças, e não haverá premiação em dinheiro.

Art. 56º - O CTG que somar maior número de pontos será proclamado o campeão geral do evento, conforme pontuação relacionada abaixo:

a) Danças Gaúchas: Nas (quatro) categorias e Birivas.

1º Lugar ......................................... 100 pontos
2º Lugar ......................................... 80 pontos
3º Lugar .......................................... 60 pontos
4º Lugar.......................................... 40 pontos
5º Lugar.......................................... 20 pontos

b) Nas demais modalidade de acordo com o art. 9º.

1º Lugar ......................................... 50 pontos
2º Lugar.......................................... 40 pontos
3º Lugar.......................................... 30 pontos
4º Lugar.......................................... 20 pontos
5º Lugar.......................................... 10 pontos

§ Único – Nos CTGs ou Grupos Folclóricos que tiverem mais de 01 (um) participante no Festival, nas modalidades e categorias previstas neste regulamento,todos os participantes que obtiverem premiação somarão pontos para a sua entidade.

Obs.: Os participantes no Evento através de Piquetes somarão pontos para o CTG aos quais são filiados.

Art. 57º-O presente Regulamento Geral entra em vigor desde a realização do 1º. Seminario Artistico realizado na cidade de Lages, nos dias 15 e 16 de maio de 2010, alterado na XII Convenção Tradicionalista realizada na cidade de Lages em 26 de maio de 2010.

Art. 58º. – O presente Regulamento Geral, só poderá ser alterado em Assembleia do Departamento Artistico do MTG-SC, com a aprovação do Diretor Artistico, Coordenadores Regionais, Peões e Prendas da Regiào ,e do MTG-SC,e com a maioria absoluta das entidades tradicionalistas que possuem Departamento artistico no Estado de Santa Catarina.

§ Único – Para o cumprimento do Art. 58, deverá ser realizado a cada dois anos,o seminário Artistico em data que anteceda a convenção, com no minimo de 30 dias de antecedência.

Art. 59º- Os casos omissos deste Regulamento serão resolvidos:

a) Na Fase Interna, pela Patronagem da Entidade.

b) Na Fase Regional e Estadual, pela Comissão Central, juntamente com o Diretor Artístico do MTG-SC.

Art. 60 – O presente Regulamento Artístico deverá ser cumprido por quaisquer pessoas e/ou entidades que participem de eventos tradicionalistas no Estado de Santa Catarina.


Cumpra-se.


  MODELOS DE PLANILHAS MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO DE  
DANÇAS GAÚCHAS

ADULTA ( ) JUVENIL ( ) MIRIM( ) VETERANO ( )
CTG ( ) PIQUETE ( ) GRUPO ( ) :____________________________________
MUNICÍPIO: _________________________________________________RT______
PRIMEIRA DANÇA:___________________________________________________

A) INTERPRETAÇÃO 00 a 04:
B) HARMONIA 00 a 02:
C) MUSICA 00 a 02:
D) COREOGRAFIA 00 a 02:
SUBTOTAL:
SEGUNDA DANÇA: ___________________________________________________

A) INTERPRETAÇÃO 00 a 04:
B) HARMONIA 00 a 02:
C) MUSICA 00 a 02:
D) COREOGRAFIA 00 a 02:
SUBTOTAL:
TERCEIRA DANÇA: ___________________________________________________

A) INTERPRETAÇÃO 00 a 04:
B) HARMONIA 00 a 02:
C) MÚSICA 00 a 02
D) COREOGRAFIA 00 a 02
SUBTOTAL:
QUARTA DANÇA:_____________________________________________________

A) INTERPRETAÇÃO 00 a 04:
B) HARMONIA 00 a 02:
C) MÚSICA 00 a 02:
D) COREOGRAFIA 00 a 02:
SUBTOTAL:
TOTAL:
DESCONTAR - INDUMENTÁRIA... 00 a 0,5: _______________________________

DESCONTAR-TEMPO DE APRESENTAÇÃO:______________________________
JURADO: ___________________________________________________________
ASSINATURA DO JURADO:____________________________________________


   
PLANILHA PARA DECLAMAÇÃO

DECLAMAÇÃO: PEÃO ( ) PRENDA ( )

PRÉ MIRIM ( ) MIRIM ( ) JUVENIL ( ) ADULTO ( ) VETERANO ( )

CONCORRENTE:___________________________________________________

CTG ( ) PIQUETE ( ) GRUP( ): ______________________________________

MUNICÍPIO:_______________________________________________________

REGIÃO TRADICIONALISTA: __________________________________________

A) INTERPRETAÇÃO..................... 00 a 04: ________________________________

B)DICÇÃO..................................... 00 a 02: ________________________________

C) GESTUALIDADE ...................... 00 a 02: ________________________________

D) FIDELIDADE AO TEXTO .......... 00 a 02: ________________________________

TOTAL: ________________________________

DESCONTAR:

INDUMENTÁRIA .................................00 a 0,5: ______________________________

TEMPO UTILIZADO (10 MINUTOS) ..00 a 10: ______________________________

PULOU ESTROFE ( ) PULOU VERSO ( ) PULOU PALAVRA ( ) INVERSÃO ( ) NÃO TERMINOU POEMA ( )
TOTAL GERAL:__________________________

ATENÇÃO: SOMENTE UM JURADO AVALIA A FIDELIDADE AO TEXTO NOME DO AVALIADOR:________________________________________________

ASSINATURA DO AVALIADOR:_________________________________________


   
MODELO PLANILHA PARA TROVA

NOME:______________________________________________________________

CTG ( ) GRUPO ( ) __________________________________________________

MUNICÍPIO:__________________________________________________________

REGIÃO TRADICIONALISTA: ____________________________________________

TEMA:_______________________________________________________________

A) METRIFICAÇÃO DOS VERSOS ................................. 00 a 03: _____________________________

B) RIMA ............................................. 00 a 02: ______________________________

C) DICÇÃO ....................................... 00 a 02: ______________________________

D) FIDELIDADE AO TEMA ............... 00 a 02: ______________________________

E) AFINAÇÃO ................................... 00 a 01: ______________________________

TOTAL:________________________________

DESCONTAR:

INDUMENTÁRIA ............................ 00 a 0,5:________________________________

TOTAL GERAL:_________________________

NOME DO AVALIADOR: ________________________________________________

ASSINATURA DO AVALIADOR: _________________________________________


   
MODELO PLANILHA CONJUNTO VOCAL

CONCORRENTE: ____________________________________________________

CTG ( ) GRUPO ( )_________________________________________________

MUNICÍPIO: ________________________________________________________

REGIÃO TRADICIONALISTA: __________________________________________

AUTORIA DA COMPOSIÇÃO: __________________________________________

NOME DA COMPOSIÇÃO: ____________________________________________

A) HARMONIA VOCAL ............................ 00 a 03 ___________________________

B) RITMO ................................................. 00 a 02 ___________________________

C) INTERPRETAÇÃO ............................. 00 a 04 ___________________________

D) GESTUALIDADE ................................ 00 a 01 ___________________________

DESCONTAR:

INDUMENTÁRIA ................................00 a 0,5: ______________________________

TEMPO UTILIZADO (Até 8 minutos p/ apresentação) ..00 a 05: ______________________________

TOTAL GERAL: ______________________________

ATENÇÃO: Os Grupos deverão vocalizar no mínimo 3 (três) vozes distintas.

NOME DO AVALIADOR: _______________________________________________

ASSINATURA DO AVALIADOR: _________________________________________


   
MODELO DE PLANILHA – SOLISTA VOCAL


SOLISTA VOCAL FEMININO ( )
SOLISTA VOCAL MASCULINO ( )

CONCORRENTE: ____________________________________________________

CTG ( ) GRUPO ( ) ________________________________________________

MUNICÍPIO: _________________________________________________________

REGIÃO TRADICIONALISTA: ___________________________________________

AUTORIA DA COMPOSIÇÃO: __________________________________________

NOME DA COMPOSIÇÃO: _____________________________________________

A) INTERPRETAÇÃO .............................. 00 A 04 ___________________________

B) LINHA MELÓDICA .............................. 00 A 03 ___________________________

C) RITMO ................................................ 00 A 02 ___________________________

D) GESTUALIDADE.............................00 A 01 ___________________________

DESCONTAR:

INDUMENDÁRIA .................................... 00 A 0,5 ____________________________

TEMPO (Até 7 minutos p/ apresentação) 00 a 05 ____________________________

TOTAL GERAL: ___________________________________

ATENÇÃO: O SOLISTA não poderá receber apoio vocal em nenhum momento de sua apresentação.

NOME DO JURADO: __________________________________________________

ASSINATURA DO JURADO: ____________________________________________


   
MODELO DE PLANILHAS – GAITAS


GAITA PONTO ( ) GAITA PIANO ( )

CATEGORIA:PRÉ MIRIM ( ) MIRIM ( ) JUVENIL ( ) ADULTO ( ) VETERANO ( )

FEMININO ( ) MASCULINO ( )

CONCORRENTE: ____________________________________________________

CTG ( ) GRUPO ( ) _______________________________________________

MUNICÍPIO: ________________________________________________________

REGIÃO TRADICIONALISTA: __________________________________________

AUTORIA DA COMPOSIÇÃO: __________________________________________

A) TÉCNICAS DE EXECUÇÃO ............... 00 A 04 ___________________________

B) MELODIA ............................................ 00 A 03 ___________________________

C) RITMO ................................................ 00 A 02 ___________________________

D) CRIATIVIDADE ................................... 00 A 01 ___________________________

DESCONTAR:

INDUMENTÁRIA....................................... 00 A 0,5 ___________________________

TOTAL GERAL: __________________________________

NOME DO AVALIADOR: _______________________________________________

ASSINATURA DO AVALIADOR: _________________________________________


   
MODELO DE PLANILHA – VIOLÃO


CONCORRENTE: ____________________________________________________

CTG ( ) GRUPO ( ) ________________________________________________

MUNICÍPIO: _________________________________________________________

REGIÃO TRADICIONALISTA: ___________________________________________

AUTORIA DA COMPOSIÇÃO: __________________________________________

NOME DA COMPOSIÇÃO: _____________________________________________

A) TÉCNICAS DE EXECUÇÃO ............... 00 A 04 ___________________________

B) MELODIA ............................................ 00 A 03 ___________________________

C) RITMO ................................................ 00 A 02 ___________________________

D) CRIATIVIDADE ................................... 00 A 01 ___________________________

DESCONTAR:

INDUMENTÁRIA ..................................... 00 A 0,5 __________________________

TEMPO (Disporá de 4 minutos após a
liberação do microfone) ........................... 00 a 05 __________________________

TOTAL GERAL: _______________________________

NOME DO AVALIADOR: _______________________________________________

ASSINATURA DO AVALIADOR: ________________________________________


   
MODELO DE PLANILHA – CHULA


CONCORRENTE: ____________________________________________________

CTG ( ) GRUPO ( ) ________________________________________________

MUNICÍPIO: _________________________________________________________

REGIÃO TRADICIONALISTA: ___________________________________________

A) NOTA POR PASSO:

1° PASSO .......... 00 A 10 _____________ Lança ( ) Ritmo ( ) imperfeição ( )

2° PASSO .......... 00 A 10 _____________ Lança ( ) Ritmo ( ) imperfeição ( )

3° PASSO .......... 00 A 10 _____________ Lança ( ) Ritmo ( ) imperfeição ( )

4° PASSO .......... 00 A 10 _____________ Lança ( ) Ritmo ( ) imperfeição ( )

5° PASSO .......... 00 A 10 _____________ Lança ( ) Ritmo ( ) imperfeição ( )

6° PASSO .......... 00 A 10 _____________ Lança ( ) Ritmo ( ) imperfeição ( )

7° PASSO .......... 00 A 10 _____________ Lança ( ) Ritmo ( ) imperfeição ( )

8° PASSO .......... 00 A 10 _____________ Lança ( ) Ritmo ( ) imperfeição ( )

9° PASSO .......... 00 A 10 _____________ Lança ( ) Ritmo ( ) imperfeição ( )

10° PASSO ........ 00 A 10 _____________ Lança ( ) Ritmo ( ) imperfeição ( )

SUBTOTAL: ____________________________________

B) AGILIDADE ......................................... 00 A 03 __________________________

C) POSTURA ........................................... 00 A 03 __________________________

D) MARCAÇÕES ..................................... 00 A 02 __________________________

E) FINAIS ................................................. 00 A 02 __________________________

SUBTOTAL: ___________________________________

DESCONTAR:

INDUMENTÁRIA: .................................... 00 A 0,5__________________________

TOTAL GERAL: __________________________________

NOME DO AVALIADOR: _______________________________________________

ASSINATURA DO AVALIADOR: _________________________________________


  DANÇAS BIRIVA DO TROPEIRISMO GAÚCHO  
CHULA

Dança somente masculina, na qual dois bailantes(ou mais)se confrontam, cada um desejando mostrar suas habilidades coreográficas, através de gestuais movimentos e sapateados, de um e de outro lado de uma aste de madeira colocada devidamente no chão. Dançada com espora ou não, a Chula exige resistência física dos dançarinos,afora alta capacidade rítmica e de improvisação.


   
CONCURSO

Art. 1º. Os aspectos musi-coreográficos serão avaliados de acordo com dado musical fundamental, básico (sem variações), contido no livro "Manual de Danças Gaúchas", de Barbosa Lessa e Paixão Cortes.

Art. 2º. Participarão deste concurso, no mínimo, 2 (dois) sapateadores
escolhidos pelo próprio grupo, entre os 8 (oito) inscritos. No entanto, é recomendável
que todos os dançarinos também executem passos dentro do número de figuras préregulamentadas,numa demonstração de riqueza artística de seus integrantes, à uma
conceituação de grandiosidade grupal, pois o tema em julgamento é de conjunto. Se os 8 (oito) integrantes participarem desta prova, certamente a avaliação deverá merecer maior crédito.

Art. 3º. O total de figuras por grupo será de 8 (oito), intercaladas com os
demais oponentes;

Art. 4º. As figuras efetuadas por cada sapateador, bem como suas variantes na parte correspondente ao "desafio", não poderão ser novamente apresentadas por outro qualquer dançarino no decorrer de cada exibição, devendo ser penalizados os que assim procederem (ver planilha especial);

Art. 5º. O sapateador não poderá efetuar passos de "pé quebrado" (molambo platino), ou de balé, e nem utilizar, nas figuras, objetos estranhos à dança, tais como:
faca, facão, pala, porrete, pandeiro, lenços, etc., facultando-lhe uma gestualidade
condizente à mensagem que transmite o referido tema coreográfico.

Art. 6º. A Cada sapateador serão atribuídos até 10 (dez) pontos por apresentação - figura - baseada nos seguintes quesitos:

a) Criatividade;
b) Figura de difícil realização;
c) Execução de figura próximo a lança;
d) Postura gestual;

Art. 7º. Perderá ponto o sapateador que:

a) Tocar na lança, deslocando-a do lugar.............................até 01 Ponto

b) Executar passos com imperfeição ..................................até 02 Pontos

c) Ultrapassar 12 (doze) compassos musicais na execução
de cada figura sobre a vara ............................................................até 01 Ponto

d) Iniciar ou encerrar a figura em lugar incorreto..................até 01 Ponto

e) Distribuição irregular na sequência da figura, com consequente preenchimento ("mascar freio") de passos
anormais à mesma............................................................................até 01 Ponto

f) Repetir figuras suas ou de oponentes..............................até 02 Pontos

Art. 8º. Aspecto musical: incorreta execução (melodia ou ritmo) poderá merecer a perda de ................................................... até 01 Ponto

Art. 9º. A nota de cada grupo será resultante da soma de cada sapateador,
dividida obrigatoriamente pelo número 8(oito), total de seus participantes, para efeito de cálculo. A média será acrescentada nas notas das outras danças, para o resultado final do presente Concurso Biriva.


   
CONSIDERAÇÕES AOS CHULEADORES

Art. 10. O sapateio de "preparação" inicial ou de encerramento (arremate final)de cada passo (figura),deverá ser frontal ao oponente,guardadas as devidas liberdades no transcorrer de seu desenvolvimento.Diferente posicionamento, ocasionará penalização à figura.

Art. 11.Postura pouco digna ou desrespeitos entre os oponentes, durante o transcurso do bailado, poderá merecer ponto negativo ao executante.

Art. 12. Dos itens a e b ,poderão ser descontados até 2 (dois) pontos,de somatório final de cada prova.

Art. 13. Para efeito de ordenação musi-coreográfica, a figura de "preparação" da dança, deverá ter a duração de até 12 (doze) compassos, tendo o dançarino a liberdade de executá-la, com sapateios ou não. Vale este momento para que cada dançarino tenha um tempo hábil de raciocínio, a seu critério, para ajustar a sua figura imediata, em resposta. No entanto, os 4 (quatro) compassos musicais finais serão sapateados obrigatoriamente.

Art. 14. Antes do sapateio "propriamente dito" (início da figura por sobre o bastão), a posição do dançarino deverá estar disposta na extremidade da vara, ou posicionar-se para começar a figura (sapateio) de um ou outro lado desta, porém na extremidade da referida aste. Alerte-se, no entanto, que, ao concluir a figura, o dançarino deverá terminar na posição (lugar) inicial, e não em outro posicionamento(no meio da vara, etc.);

Art. 15. A aste no chão, da Chula, nunca teve, historicamente, a obrigatoriedade de ser "uma lança".A dança não está diretamente ligada a idéia revolucionária ou guerreira. Mentalize outrossim: se para bailar a Chula o povo, em sua espontânea maneira folclórica de agir coletivamente, em tempo de paz, tivesse que carregar consigo, cada vez, uma lança de cavalaria (2,90m) para dançar este tema, na sociedade... Afora uma liberdade figurativa teatral,a que degradação chegaria uma prenda, se esta condicionasse a disputa de seus amores ao vencedor de uma Chula, num genuíno meio campestre... São imagens que só podem ser concebidas num cenário pampeano, fértil em figuras quixotescas... Pense: a Chula foi, outrora, um baile de lazer entre os gaúchos,ainda que de disputa ,e optativamente, no seio do mundo biriva,com certeza.

Art. 16. Qualquer vara pesada (sarrafo) de madeira de cor natural, lisa (que não role facilmente), reta, fina( ao redor de 1 (uma) polegada de diâmetro),com um comprimento em torno de 2,30m,presta-se a este só,na dança. Anote-se: tal aste,quando curta, poderá, muitas vezes, prejudicar a sequência harmónica de um grande dançarino, deslustrando todo o belo das figuras do seu bailar e, até mesmo,dificultando uma melhor avaliação.

Art. 17. Cada dançarino escolherá o instrumentista que lhe fará a música,podendo a Chula não só ser interpretada ao som da gaita (acordeão),mas por outros instrumentos cordófonos típicos do folclore gauchesco. Aliás, esta obrigatoriedade da gaita é infundada, já que este instrumento não havia chegado ao Rio Grande do Sul, antes de 1865/70. O que se tem visto são medíocres regulamentos em inadequados concursos e inconsequentes jurados normatizando, desta forma, as lanças gaúchas,em geral.Alerte se: a musicalidade executiva do instrumentista - melodia, ritmo - deverá ser correta, sem perturbar a sonoridade dos passos dos dançantes, sob pena de efeito negativo à pontuação. Outrossim, o bailarino poderá orientar o andamento musical, ao desenvolvimento uniforme da cada uma das figuras, sem alterá-la,conservando, porém, o ritmo original.

Art. 18. A música não é interrompida durante todo o desenvolvimento do tema,isto é, entre o primeiro e o último dançarino, sendo, portanto, continuada do princípio ao fim de toda a apresentação.

Art. 19. A Chula poderá ser "enriquecida", no momento de sua "preparação"coreográfica, com as tradicionais quadrinhas pesquisadas e cantadas, à solo, em dueto uníssono, ou em 1a e 2a voz, porém, por intérpretes masculinos.

Art. 20. Uma incorreta melodia, imperfeição rítmica musical na execução da chula, ou inadequada sonoridade vocal, poderá acarretar até 2 (dois) pontos negativos ao grupo, no quadro final de cada avaliação do tema.

Art. 21. As presentes considerações visam estabelecer esclarecimentos à chula, que, na forma primitiva e espontânea, não tinha o requinte de figuras e passos atuais e nem a rigidez dos concursos de hoje, estabelecidos pelo Movimento Tradicionalista.

Art. 22. A complexidade das figuras que vem surgindo,através de magníficos sapateadores. não invalida de que tenhamos o cuidado de analisar, acuradamente, a criatividade das figuras da Chula, para que estas estejam, lado a lado, a mensagem espiritual do baile.


   
DANÇAS DOS FACÕES

Bailada só por homens que,portanto,cada um deles com 2 facões,cadenciam a música com precisas batidas esgrimadas,exigindo dos dançarinos,muita habilidade,destreza e precisão,a fim de evitar cortes ou eventuais acidentes entre os participantes.Dança pesquisada em 1957,e executada outrora,no roteiro dos "caminhos-das-tropas"(Municípios de Pinheiro Grosso, Vacaria, São Francisco de Paula, Bom Jesus, São José dos Ausentes)e no seio da sociedade rurícola primitiva,nos Campos de Cima da Serra. Erroneamente, temos visto grupos de bailantes tradicionalistas fazendo deste tema um motivo coreográfico barbaresco, de infundada violência e de medíocre expressão artística, fugindo de uma arte folclórica autêntica.


   
CONCURSO

Art. 23.Os aspectos musi-coreográficos serão avaliados de acordo com o livro "Danças Tradicionais Rio-Grandenses - Achegas", de Paixão Cortes.

Art. 24. Os Grupos concorrentes deverão apresentar-se com os 8 (oito) dançarinos inscritos.

Art. 25. A cada grupo participante serão atribuídos até 10 (dez) pontos, a critério da Comissão Julgadora. Ganhará pontos o grupo que apresentar:

a) Coreografia correta:............................................... até + 02 pontos

b) Criatividade:........................................................... até + 02 pontos

c) Harmonia grupal:.................................................... até + 02 pontos

d) Interpretação artística: ........................................... até + 03 pontos

e) Música (correção): ..................................................até + 01 ponto

Art. 26. Cada facão deverá ter o comprimento em tomo de 50 cm e largura e 4,5 cm, dentro da normalidade utilitária dos modelos usados no meio agro-pastoril atual.


   
CHICO DO PORRETE

Motivo com a participação só de homens, que, através de movimentos de passar um bastão entre as pernas, por uma mão e outra, e sapateios, traduz a habilidade e o vigor físico do dançante. Baile Biriva do ciclo antigo do tropeirismo de mula,interligando o Rio Grande o Sul às áreas rurais do centro do Brasil. Marca pesquisada(1961) m São Francisco de Paula e rincões do ir-e-vir das "comitivas-das-tropas-demula na Encosta da Serra do Mar.


   
CONCURSO

Art. 27.Os aspectos musi-coreográficos serão avaliados de acordo com o livro "Danças Tradicionais Rio-Grandenses - Achegas", de Paixão Côrtes.

Art. 29. Os grupos concorrentes deverão apresentar-se com 8 (oito) dançarinos inscritos.

Art. 30. Será levado em consideração, no critério de julgamento,não só os "Movimentos individuais, ou em duplas (bastão no ar ou chão), mas, em especial, a configuração grupal do motivo.

Art. 31. A cada grupo participante serão atribuídos até 10 (dez) pontos, a critério da Comissão Avaliadora. Ganhará pontos o grupo que apresentar:

a) Coreografia correta:............................................... até + 02 pontos

b) Criatividade:........................................................... até + 02 pontos

c) Harmonia grupal:.................................................... até + 02 pontos

d) Interpretação artística:........................................... até + 03 pontos

e) Música (correção): .................................................até + 01 ponto

Art. 32. Cada bastão (porrete) de madeira deverá ter um comprimento em torno de 2,00m, reto, liso e fino (ao redor de uma polegada de diâmetro).

Art. 33. Não há um posicionamento grupal coreográfico específico no cenário do bailar dos dançarinos. Sem um deslocamento maior figurativo individual,a disposição dos dançantes se coaduna com a territorialidade ambiental e as características espontâneas da dança ( não confundir com " criação coreográfica" pré estabelecida obedecendo erroneamente marcação determinada).

Art. 34 .Se,eventualmente ,o número de dançantes não formar par na figura simultânea dos dançarinos em dupla ( com o bastão no ar e no chão ) , aquele que ficar individual, poderá ,circunstancialmente , marcar o ritmo, percutindo o seu bastão no chão, porém, não fazendo qualquer passo especial.

Art. 35. Recomenda-se não alterar a sequência das figuras descritas e ordenadas, somando-se também aquela dos dois dançarinos fazendo as figuras do bastão no ar e no chão,constante do livro "Danças Tradicionais Rio-Grandenses - Achegas.


   
FANDANGO SAPATEADO

Herança do colonizador lusitano. Dança masculina. Cada cavalheiro ,depois de bailarem círculo e em conjunto, procura exibir sua capacidade de teatralidade, com figurassolosapateadas ao som do rosetear de nazarenas. Motivo oriundo do século XVIII, quando do nascimento do gaúcho-do-campo,em sua atividade birivista tropeira. Este tema -que é nosso mais antigo motivo coreográfico - deu origem a formação do Ciclo Fandanguista primitivo Rio-grandense, onde aparece posteriormente a dama,formando par. Em nossas pesquisas (1960) encontramos raros e antigossapateadores fandangueiros no roteiro das "estradas muleiras", por Santo António da
Patrulha, Taquara, Rolante, Criúva (Rincão da Mulada), Campo Bom, e "subindo - edescendo" a Encosta da Serra do Mar.


   
CONCURSO

Art. 36. Os grupos concorrentes deverão apresentar - se com 8 (oito) dançarinos inscritos.

Art. 37. A cada grupo participante serão atribuídos até 10 (dez) pontos, a critério da Comissão Avaliadora. Ganhará pontos o grupo que apresentar:

a) Coreografia correta:............................................... até + 02 pontos

b) Criatividade:........................................................... até + 02 pontos

c) Harmonia grupal:.................................................... até + 02 pontos

d) Interpretação artística: ........................................... até + 03 pontos

e) Música (correção):...................................................até + 01 ponto

Art. 38 . O Fandango Sapateado é um baile com feição sóbria e que até , em certos momentos de determinadas figuras-o dançante à solo , em dupla ou mesmo em conjunto - faz aflorar,com vigor e de forma contagiante, a ingênua alegria do homem campestre, sem que esta se torne apalhaçadamente chula , a fora a do perigo de se desfigurar a mensagem respeitosa maior do tema , com exibições circenses,malabarísticas , com excêntricas acrobacias de palco , longe da simbologia rude e pura do nosso tropeiro-biriva e de seu habitat natural pastoril.

Art. 39 , Nas figuras - solo do Fandango Sapateado não deverão ser utilizados objetos como: pala, cadeiras, facões, bancos, etc., elementos estranhos 10 espírito coreográfico específico da dança.

Art. 40. As figuras são desenvolvidas com os dançarinos avançando em passos (sapateados) e, sem que os mesmos sejam realizados em movimento de recuar, podendo ser figuras individuais ou coletivas.

Art. 41. É uma dança em que se entremeiam sapateies e bate-pés, (rosetear),palmeies, figuras criativas, espaços livres, (sem palmeios e sem sapateios) e cantorias (de repouso coreográfico).Principais vozes de comando do Mestre Dançante: Roda Grande; Tudo Cerra;Redobrando; Palmeio: Todos ao Centro: Sobre-Si; Olha o Bicho; Cara Volta; Olha o Dois; afora as figuras: Martelinho: Martelão Caçador: Parafuso; Cerra-e-Pucha; Aribú;Saracura; Redemunho Outra Vez Que Ainda Não Vi; Arremate Final.


   
BREVES ESCLARECIMENTOS

Certas ordens de comando do “Mestre” merecem estas considerações “Sobre-Si” -execução-solo de um dançarino no centro da roda; “ Olha-o-Dois ”, “Olha-o-Três” - idem, com os respectivos solistas. Nestes últimos casos deve existir um “diálogo” de sapateios entre os dançarinos (espécie de “pergunta e resposta”) em que cada participante,embora desenvolvendo um improvisada figura, " questiona" a validade da figura do outro, numa harmonia global de uma mensagem.

Na simbologia da disposição da “Roda Grande” (externa), esta não deve ser desfigurada, ainda que mais de um dançante execute passos na sua área central.

O “Palmeio” coletivo traduz , na sua representatividade, o aplauso de todos à figura realizada, seja esta à solo ou mesmo em conjunto.

O dançante não se retira do centro imaginário da roda para a periferia de costas, nem para um eventual parceiro de figura.

O “Pelego” não é uma figura específica ou ordem de comando, mas um “acidente” do bailar, como pode acontecer no transcurso coreográfico com qualquer outra dança gaúcha. O hilariante singelo e a arte ingénua do dançar campestre não pode ser confundido com o fantasioso, o ridículo, que fere a espiritualidade cultural da gente pastoril.

Relembremos : embora haja uma natural teatralidade por parte dos dançarinos no decorrer do tema (sem um cenário específico) e, até mesmo um renovado espírito criativo, saltos mirabolantes ou grupos acrobáticos, fogem das características de identidade desta dança. Tema digno de um tropeiro e não de um borlantim...


   
REGULAMENTO CONCURSO PEÃO BARRIGA VERDE E PRENDAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA



  CAPÍTULO l  
DA INSTITUCIONALIZAÇÃO E FINALIDADES

Art. 1º. Reunião em 21.04.95 em Caçador e homologado na Convenção Tradicionalista Estadual em 31.05.95 em Lages. Alterações no Regulamento no IV Congresso Tradicionalista de Santa Catarina, na cidade de Araranguá, SC, em 27 de Julho de 1996; Também no IV Congresso institui o Concurso de Peão Barriga Verde, nas modalidades Mirim e Juvenil. Alteração no V Congresso Tradicionalista Barriga Verde na cidade de Campos Novos em 24, 25 e 26 de julho de 1998 e no VI Congresso Tradicionalista Barriga Verde, realizado em Lages, no dia 30 de julho de 2000 . Modificado na Convenção Tradicionalista realizada no dia 17 de maio de 2006, na cidade de Lages, Santa Catarina, e no congresso tradicionalista do MTG em 14 de fevereiro de 2007 e 27 de maio de 2009.

Art. 2°. O concurso tem por finalidade;

I - A preservação e a valorização da cultura gaúcha de Santa Catarina.

II - Elevar o nível cultural dos peões, desenvolvendo o interesse pelo estudo e pesquisa de História , Tradição e Folclore , equiparando suas habilidades artísticas, campeiras e artesanais.

III - Antecipar-se aos anseios da sociedade tradicionalista do nosso Estado, através do trabalho e da cultura da juventude gaúcha catarinense.

IV - O compromisso com as gerações,a história, a geografia, o folclore, o artesanato,a poesia,a sociedade e o futuro. E está acima dos interesses individuais, por isso, a busca permanente dos valores e evolução da tradição gaúcha no Estado de Santa Catarina.

V - Assegurar a credibilidade e a vontade firme de atingir os objetivos no Tradicionalismo Catarinense dentro da mais plena liberdade e compromisso com a nossa sociedade.

VI- Escolher, dentre os candidatos, aqueles que melhor representem as virtudes , a dignidade, a graça, a cultura , os dotes artísticos, a desenvoltura e a expressão do gaúcho catarinense.


  CAPÍTULO II  
DAS CATEGORIAS

Art. 3° O concurso desenvolve-se em quatro categorias:

I - Prenda Mirim e Peão Barriga Verde Mirim;

II - Prenda Juvenil e Peão Barriga Verde Juvenil;

III - Prenda Adulta e Peão Barriga Verde Adulto;

IV - Prenda Veterana e Peão Barriga Verde Veterano.


  CAPÍTULO III  
DOS CANDIDATOS E REQUISITOS

Art. 4°. Somente concorrerão os candidatos que possuírem comprovadamente as seguintes condições:

§1º - Ser representante de uma entidade filiada ao MTG-SC e em dia com suas obrigações para com o MTG-SC.

§2º - Todo peão/prenda que esteja vinculado a um CTG ou Grupo Artístico somente poderá participar por uma outra entidade congênita após 01 (um) ano de sua rescisão, ou com a liberação por escrito do Patrão da Entidade; nesse caso a transferência é imediata. Em caso de mudança de domicilio será analisado pelo coordenador. Uma terceira filiação ocorrerá somente após 01 (um) ano de carência, independente de qualquer situação. O concorrente mesmo com a transferência, não poderá disputar outro Concurso no mesmo ano.

§ 3º - Ter idade, computada na data do concurso:

a) Peão Barriga Verde e Prenda Mirim - até 12 (doze) anos + 364 dias

b) Peão Barriga Verde e Prenda Juvenil - de 13 (treze) anos até 16 (dezesseis anos + 364 dias).

c) Peão Barriga Verde Adulto - de 17 (dezessete) anos até 34 anos + 364 dias Prenda Adulta - de 17 (dezessete) anos até 29 anos e 364 dias.

d)Peão veterano - De 35 anos acima.
Prenda Veterana – 30 anos acima

§4º - Ser solteiro e sem filhos nas categorias mirim e juvenil.

a) Para a categoria adulta e veterana, podem ser casados e com filhos.

§5º - Estar autorizado pelos pais ou responsáveis legais, quando menor.

§ 6º - Ter escolaridade mínima:

a) Mirim: Possuir ou estar cursando a 2a Série do Primeiro Grau

b) Juvenil: Possuir ou estar cursando a 5a Série do Primeiro Grau.

c) Adulto: Possuir o 1° Grau ou estar cursando a última série do mesmo.

d) Veterano: Possuir ou estar cursando a 4ª série do Primeiro Grau.

§Parágrafo único: Todo o peão ou prenda tem o direito de usar o seu crachá, na categoria na qual ele o adquiriu pelo tempo devido, independente de ultrapassar a idade no decorrer da sua gestão. Tem, também, o dever de honrar a categoria pela qual concorreu, durante toda a gestão, não podendo, no entanto, usar desse direito para prestar outro concurso, seja regional, estadual ou nacional. EXEMPLO:, se os peões mirins de uma entidade, durante sua gestão completar 13 anos , não poderá concorrer a peão regional. Em caso de querer concorrer em rodeios ou festivais em categoria diferente do crachá ou faixa que ostenta, poderá fazê-lo livremente, tanto nas modalidades individuais como nos grupos de danças.


  CAPÍTULO IV  
DAS INSCRIÇÕES

Art. 5°. Na Fase Interna, fica a critério de cada entidade, em consonância com este regulamento .

§ 1°- A Coordenadoria Regional, se solicitada, deverá prestar colaboração à Entidade filiada, para facilitar o desenvolvimento do Concurso

Art. 6°. Na Fase Regional, as Entidades farão as inscrições por escrito junto ao Coordenador Artístico Regional, anexando os comprovantes dos pré-requisitos exigidos no Art. 4° deste regulamento e o compromisso do patrão da Entidade de assessorar o candidato no desempenho de suas funções.

§1°- Nesta fase, a Diretoria Cultural do MTG, deverá, se solicitada auxiliar o Coordenador Artístico Regional na Organização do Concurso.

Art. 7°. Na Fase Estadual, as fichas de inscrição deverão ser encaminhadas ao MTG-SC, 30 (trinta) dias antes da data de realização do Concurso e conter: nome completo do candidato, data de nascimento, grau de instrução, filiação, nome do colégio, endereço residencial, entidade, Região Tradicionalista, assinatura do Coordenador Artístico Regional, assinatura dos pais/responsáveis, número da identidade Tradicionalista do MTG-SC e provas campeiras escolhidas pelo peão. Serão anexados também, os seguintes documentos:

a) Cópia da Certidão de Nascimento ou Identidade

b) Cópia da Ata do resultado na Fase Regional


  CAPÍTULO V  
DA OPERACIONALIZAÇÃO

Art. 8°. Os concursos deverão ser realizados em três fases distintas Interna, Regional, Estadual.

§1º - A Fase Interna consta da escolha do representante de cada Entidade Tradicionalista e será de inteira responsabilidade dos CTGs, com data para a realização até junho dos anos pares.

§2º - A Fase Regional é aquela em que, dentre os candidatos das entidades serão escolhidos os representantes da R.T., ocorrendo sob inteira responsabilidade do Coordenador artístico Regional, com data para sua realização de maio a setembro dos anos ímpares.

§3º - A Fase Estadual é aquela em que, dentre os candidatos das Regiões Tradicionalistas, serão escolhidos os Peões Barriga Verde e as Primeiras Prendas de Santa Catarina, sendo a mesma de inteira responsabilidade do MTG-SC. A realização deste concurso ocorrerá na primeira quinzena de abril dos anos pares, na região de origem da Primeira Prenda Adulta, com preferência no seu município.

a) Não havendo interesse Regional para sediar o Concurso, na Região ou Município da Primeira Prenda Adulta, manifestado por escrito, 180 (cento e oitenta)dias antes da data de realização do concurso, o mesmo será, levado a efeito na Região de origem do Peão Barriga Verde Adulto.

b) Não sendo possível a realização do referido concurso conforme alínea anterior, caberá ao MTG-SC determinar sobre o local.

Art. 9°. O local que sediar o concurso, em qualquer uma de suas Fases; deverá reunir condições necessárias à realização de todas as provas inerentes ao mesmo.


  CAPÍTULO VI  
DA COMISSÃO AVALIADORA

Art. 10. A Comissão Avaliadora será designada:

a) na Primeira Etapa, pela Patronagem da Entidade filiada;

b) na Segunda Etapa, pelo Coordenador (a) Regional,com a supervisão do Departamento Cultural.

c) na Terceira Etapa, pelo Diretor Cultural do MTG-SC;

§ Parágrafo um: Na segunda e terceira etapas, os avaliadores deverão ser formados pelo curso de Preparação de Avaliadores para Concurso de Prendas e Peões (PACPP). Na segunda e terceira etapas, as provas escritas deverão ser de responsabilidade do Departamento Cultural.

Art. 11. A Comissão Avaliadora, na Terceira Etapa, é constituída de no mínimo 6 (seis) membros escolhidos entre pessoas formadas pelo PACPP, sendo 3 (três) para as provas campeiras e 3 (três) para as provas artísticas e culturais.

§ 1º - Na Fase Estadual será constituída uma Comissão Central (PACPP) composta de no mínimo 3 (três) membros, os quais farão as correções das provas,revisão e fechamento das planilhas.

§ 2º - Instalados os trabalhos da Comissão Central, seus membros escolherão, entre si, um presidente.

Art. 12. A suspeição sobre qualquer membro da Comissão Avaliadora, somente poderá ser erguida por Patrão ou Responsável, credenciado pela Entidade, representada no Concurso, até duas horas antes do início do mesmo.

Art. 13. Aceita a eventual impugnação de algum dos membros da Comissão Avaliadora, pela Comissão Central, esta promoverá, de imediato, o preenchimento da vaga.
Art. 14. Todos os incidentes ocorridos no decorrer do Concurso serão registrados em Ata, assinada por todos os membros da Comissão Avaliadora e Central, que deverá apontar o resultado individual das categorias.

Art.15. Na fase Regional, o Coordenador Artístico Regional deverá informar o resultado, por escrito, ao MTG-SC.

a)Na Fase Interna, o CTG ou Grupo deverá informar ao Coordenador Regional.

Art. 16. Cabe o recurso, sempre à Hierarquia superior, no prazo de 5 (cinco) dias da divulgação do resultado, somente se houver , irregularidades no cumprimento deste regulamento, em qualquer Fase do Concurso. O Coordenador (a) Artístico ou o MTGSC terá 10 dias para julgar o mérito.


  CAPÍTULO VIl  
DOS CRITÉRIOS DE JULGAMENTO

Art. 17. Em todas as Fases do Concurso (Interna, Regional e Estadual), constarão provas escritas, oral (artística) e de observação visual.
Serão atribuídos, até o máximo de 100 (cem) pontos, assim distribuídos:

Peões:
a) Prova Escrita 30 pontos
b) Prova Campeira 30 pontos
c) Prova Artística 30 pontos
d) Maturidade 10 pontos

Prendas:
a) Prova Escrita 45 pontos
b) Prova Artística/vivência/artesanato/ desenvoltura 55 pontos

Art. 18. As Provas escritas poderão ser elaboradas dentre os assuntos e bibliografias recomendados:

CATEGORIA MIRIM:
a) Noções de História - Santa Catarina e Brasil.

b) Noções de Geografia - Santa Catarina e . Brasil.

c) Noções de Folclore, Tradição e Tradicionalismo Cada item valerá 10 pontos para os Peões e 15 pontos para as Prendas.

CATEGORIAS JUVENIL, ADULTO E VETERANO

Peões
a) Folclore, Tradição e Tradicionalismo 12 pontos.

b) História e Geografia - Santa Catarina e Brasil 08 pontos.

c) Atualidades 06 pontos

d) Redação 04 pontos

Prendas
a) Folclore, Tradição e Tradicionalismo 15 pontos.

b) História de Santa Catarina e do Brasil 10 pontos

c) Geografia de Santa Catarina e do Brasil 10 pontos

d) Atualidades 05 pontos

e) Redação 05 pontos

Art. 19. Na avaliação e correção do item “Redação” seguir os critérios:

Prenda: 5 pontos

a) Estrutura do texto, clareza 1 ponto

b) Ortografia 1 ponto

c) Conteúdo 3 pontos

Peão: 4 pontos

a) Estrutura do texto, clareza 1 ponto

b) Ortografia 1 ponto

c) Conteúdo 2 pontos

§ Único - Conforme o tema enfocado, a Redação poderá ser dissertiva, narrativa ou descritiva.

Art 20 - A prova Artística terá a pontuação conforme relacionado abaixo:

Peão – 40 pontos (Mirim substitui compor poesia por contar lenda):

a) Declamar (tema gaúcho) 07 pontos

b) Dança folclórica vigente (salão) 07 pontos

c) Dança Tradicional Gaúcha (Invernada Artística) 07 pontos

d) Apresentação de livre escolha de uma das seguintes modalidades:
Trova, Interpretação vocal, execução de Instrumento Musical, compor uma poesia, fazer uma peça de artesanato 09 pontos

e) Maturidade

e1) Participação e promoção de atividades tradicionalistas 06 pontos

e2)Pesquisa Histórica 04 pontos

Prendas 55 pontos (Mirim poderá optar por apresentação de brinquedo ou brincadeira folclórica)

a) Declamação (Tema Gaúcho) 05 pontos

b) Danças Tradicionais (invernada) ou Danças do Folclore vigente (salão) 05 pontos

c) Cantar ou contar lenda ou Tocar (gaita, viola, violão,rabeca, pandeiro) 05 pontos

d) Apresentação de um artesanato gaúcho 05 pontos

e) Desenvoltura, expressão e simpatia 15 pontos

f) Pesquisa Histórica 4 pontos

g)Vivência Tradicionalista

g1) Promoção de Atividades Tradicionalistas 9 pontos

g2)Participação em Atividades
Tradicionalistas 7 pontos

Art. 21 A prova artística se desenvolverá da seguinte maneira:

I - Será avaliada, a presença dos participantes nos eventos Tradicionalistas, sociais e culturais das Entidades, regiões, Estado de Santa Catarina e outros. Maior peso deverá ser dado, na avaliação das atividades organizadas e desenvolvidas pelo Peão/Prenda (promoções), na sua vivência no seio da sua Entidade mãe, na sua região e no seu estado.Terão peso menor as participações em eventos tradicionalistas.

Tais promoções e participações deverão constar em relatórios, acompanhados de documentos comprobatórios, tais como: Certificados, atestados etc.

Considera-se promoção, aquela atividade organizada e desenvolvida pelo peão/prenda, onde levam para a comunidade o conhecimento e estudo da nossa tradição.

Entende-se como participação aquelas atividades em que a prenda/peão dão a sua contribuição cultural e artística para divulgar a tradição, em eventos organizados por outras pessoas.

Na prova artística, será avaliada, também a pesquisa histórica, que é o estudo feito de determinado vulto ou fato acontecido na sua região ou estado que contribuiu para divulgar a tradição gaúcha.

Esta avaliação será feita pelos avaliadores através de uma apresentação ao microfone, onde o (a) candidato discorrerá sobre a sua pesquisa.

Na parte do artesanato, a avaliação deverá ser feita em sala separada onde estejam os candidatos e os avaliadores. O público em geral, somente terá acesso a visitação do artesanato após a avaliação.

Os candidatos desenvolverão sua prova artística, usando o microfone. Onde serão avaliadas também a capacidade de se expressarem com naturalidade e fluência, empregando um linguajar correto, sem gírias ou tiques, respeitadas as características regionais.

II - É vedado o apoio vocal, mesmo parcial, quando o candidato cantar,declamar, podendo ter somente apoio instrumental.

III - O candidato que optar por tocar não poderá ter qualquer outro acompanhamento instrumental, proporcionado por outra pessoa.

IV - O Candidato deverá entregar uma cópia da poesia escolhida (tema gaúcho) à Comissão Avaliadora.

V - A Dança de Salão a ser executada pelo candidato será sorteada pelos avaliadores entre os seguintes ritmos: bugio, xote, vanera, rancheira, valsa, milonga e chamamé.

a) mirim: bugio, xote, vanera, rancheira e valsa

VI - A dança tradicional gaúcha deverá ser apresentada com as coreografias constantes dos textos e obras recomendadas pelo MTG-SC.

VII - Para o peão, no quesito composição de poesia, a Comissão Avaliadora dará um tema que será desenvolvido no tempo de 30 (trinta minutos) com exceção dos candidatos mirins.

VIII - Pela avaliação indumentária, o (a) candidato (a) poderá perder até 3 (três)pontos, caso não esteja de acordo com a época representativa, respeitando-se as características regionais.

IX - Todo candidato deverá entregar no dia anterior ao concurso sua pasta de vivência tradicionalista, à comissão avaliadora.

X - Durante o concurso, as prendas e peões deverão demonstrar suas habilidades na confecção de um artesanato, que deverá ter características de sua cidade, região ou estado.

Art.22. As provas escritas deverão ser elaboradas por professores habilitados ou por pessoas de reconhecido saber, pertencentes ao MTG, sob a responsabilidade do Patrão da Entidade na Fase Interna, e do Diretor Cultural do MTG-SC na Fase
Regional e Estadual.

§ 1º -Na avaliação dos assuntos sobre "Atualidades", serão levados em consideração àqueles que forem amplamente divulgados pela Imprensa, com repercussão na opinião pública estadual, nos últimos meses que anteceder a data da prova escrita do Concurso.

Art. 23 Para os peões a Prova campeira valerá 30 pontos e será subdividida em duas (2) partes.


  PROVAS CAMPEIRAS  
CATEGORIA PEÃO MIRIM

1°. A primeira parte constará de uma prova valendo 10 (dez) pontos a ser escolhida pelo candidato dentre as cinco (5) abaixo relacionadas.

a) Assar churrasco;

b) Encilhar;

c) Ordenhar;

d) Tosar;

e) Arrear Mula.

2º. A segunda parte, valendo 10 (dez) pontos cada uma das duas (2), a ser escolhida pelo candidato dentre as modalidades abaixo:

a) Laçar vaca parada;

b) Prova de Rédea;

c) Apartar;

d) Trançar.


   
CATEGORIA PEÃO JUVENIL

3°. A primeira parte constará de uma prova valendo 10 (dez) pontos a ser sorteada pela comissão avaliadora, dentre as seis (6) abaixo relacionadas:

a) Assar churrasco;

b) Charquear;

c) Encilhar;

d) Ordenhar;

e) Tosar;

f) Arrear Mula.

4°. A segunda parte valendo 10(dez) pontos cada uma das duas (02) a ser escolhida pelo candidato, dentre as modalidades abaixo:

a) Laçar;

b) Prova de rédea;

c) Tosquiar;

d) Alambrar;

e) Pealar;

f) Apartar;

g) Trançar.


   
CATEGORIA PEÃO ADULTO E VETERANO

5°. A primeira parte constará de uma prova valendo seis (06) pontos a ser sorteada pela Comissão Avaliadora, dentre as seis (06) modalidades abaixo relacionadas:

a) Assar churrasco;

b) Charquear;

c) Encilhar;

d) Ordenhar;

e) Tosar;

f) Arrear Mula.

6º. A segunda parte valendo (08) oito pontos, sendo que o peão escolherá apenas uma das modalidades abaixo relacionadas, para apresentar para a Comissão Avaliadora.

a) Alambrar;

b) Ferrar;

c) Trançar;

d) Tosquiar.

7°. Na terceira parte, o peão escolherá duas modalidades para apresentar a Comissão Avaliadora valendo (08) oito pontos cada uma; dentre as cinco abaixo relacionadas:

a) Laçar:

b) Pealar;

c) Ginetear;

d) Apartar;

e) Prova de Rédeas;

Art 24 - O Concurso de Categoria Veterano seguiu a seguinte ordem: em 1998 foi realizado na fase Interna (CTG), em 1999
na fase Regional e a partir de 2000 foi instituído o concurso em nível Estadual.

Art 25-Os critérios de avaliação serão baseados nos regulamentos do MTG-SC.

Art. 26- Os animais necessários à realização das provas campeiras serão fornecidos pela Comissão Organizadora, podendo o concorrente levar animal de sua Montaria.

Art 27 - A Comissão Organizadora fornecerá o material pesado para a prova de alambrar, os ferros para a prova de ferrar, a carne para prova de charquear, e o necessário para a prova de assar churrasco.

Art. 28- Durante as provas campeiras, os candidatos podem ser submetidos a questionamentos teóricos sobre as mesmas.

Art 29- Na Inscrição o participante deverá informar, quais as modalidades dos itens 2 (mirim), 4 (juvenil), 6 e 7 (adulto e veterano) do Art. 21 que irá competir, para que a Comissão Organizadora possa colocar material necessário à disposição do mesmo.


  CAPÍTULO VIII  
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 30. Para o Concurso Estadual, poderá participar 02 (DOIS) representantes de cada Região Tradicionalista em cada categoria, ou seja, os peões e prendas classificados em primeiro e segundo lugar em suas respectivas regiões. Esses concorrentes poderão estar representando CTGs ou Grupos Folclóricos, desde que tenham obtido a classificação no último regional, ou sejam indicados pelas respectivas regioes.

a) Para o Concurso na fase interna (CTG) fica a cargo das patronagens e na fase Regional, ficará a cargo das coordenadorias regionais.

Art. 31 – Todas as prendas e Peões Barriga Verde assumem a responsabilidade de representar sua Entidade na fase Regional, sua região na fase Estadual e o Estado, nos Concursos da Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha.

Art. 32- Serão desclassificados os concorrentes que:

a) Deixarem de cumprir as normas estabelecidas;

b) Dirigirem-se de modo desrespeitoso ou atentarem contra qualquer dos concorrentes, dos promotores, dos organizadores ou Comissão Avaliadora.

Art. 33- Receberão o Crachá ou a faixa, os concorrentes que obtiverem a maior pontuação sucessivamente na soma das provas. Na Fase Estadual haverá premiação até o terceiro lugar. Nas fases Internas e Regionais receberão os crachás ou faixas somente até o segundo lugar. Não haverá premiação em dinheiro.

Art. 34- Na Fase Interna (CTG) ou Regional, quando não houver candidato, os Patrões (CTG) e Coordenadores (as) Regionais, poderão indicá-los para as etapas subseqüentes do Concurso.

a)Na Fase estadual, a indicação somente ocorrerá por motivo de impossibilidade dos classificados e neste caso, a indicação será por consenso entre os Patrões dos Ctgs.

Art. 35- Fica automaticamente desclassificado (a) do Concurso o candidato que não comparecer em uma das provas conforme dia e hora marcada na programação oficial.

Art. 36- A Ordem da realização das provas campeiras deverá ser a mesma constante no Art. 22 deste regulamento, visando, dentro do possível, um melhor aproveitamento do material empregado nas modalidades e do resguardo físico dos concorrentes, realizando as provas difíceis e sujeitas a lesões, por último.

Art. 37- Os Peões Barriga Verde e as Prendas (mirim, juvenil, adulto e veterano) ficam com o compromisso de divulgar o Concurso de Peões e Prendas, participar e promover eventos sócio-culturais, principalmente os que venham preparar seus sucessores e, ainda, participar de eventos oficiais do MTG-SC.

a)- No caso de impedimento, serão convocados os substitutos pela ordem imediata de classificação.

Art. 38- A Entidade de origem dos peões e das prendas premiados zelará, no sentido, de que seu representante possa desenvolver condignamente as atividades do cargo, tanto em âmbito local, como na Região e Estado conforme for galgando posições.

Art. 39 - Às Prendas e aos Peões Barriga Verde eleitos são devidos os respeitos e as homenagens do MTG,das Regiões Tradicionalistas e das Entidades filiadas ao MTG , em caráter oficial e dos Tradicionalistas em geral , em caráter particular.

Art. 40- Sempre que o Peão/Prenda galgar um posto acima, deixará seu cargo vago e este deverá ser preenchido pela ordem imediata de classificação.

I - Na fase Interna caberá a Entidade providenciar um novo crachá/ faixa ao peão/prenda que vier a ocupar o cargo.

II - Na fase Regional caberá ao Coordenador (a) Artístico providenciar um novo crachá/faixa.

III - Na Fase Estadual caberá ao MTG-SC providenciar um novo crachá/faixa ao peão/prenda que vier a ocupar o cargo.

Art. 41- Todo Peão/Prenda que esteja ostentando o título de (primeiro, segundo ou terceiro lugar), na fase Regional e Fase Estadual, em qualquer categoria, ficam automaticamente impedidos de concorrer dentro da mesma categoria no concurso seguinte, mesmo que tenha renunciado a seu cargo antes do referido concurso, ou que tenha trocado de Região Tradicionalista.

Art. 42- Todo Peão/Prenda Regional ou Estadual, nas diversas modalidades, deverá fazer relatórios de atividades e deverá ser entregue ao final do mandato ao MTG-SC.

Art 43- Todos os concorrentes do referido concurso, em sua modalidade e categoria prevista neste regulamento terão os tempos nas apresentações cronometrados da seguinte forma;

a) Provas escritas, incluindo as Redações terão o tempo de 2h30min (duas horas e trinta minutos).

b) Provas Artísticas, incluindo artesanato, terão o tempo de 35 (trinta e cinco minutos).

c) Provas campeiras, livre para cada candidato.

Art. 44- As Entidades tradicionalistas, bem como, os participantes deverão estar com suas obrigações (anuidade do CTG e Identidade Tradicionalista) regularizadas junto ao MTG-SC, para poderem participar dos concursos Regionais e Estadual em Santa Catarina.

Art. 45 - EXCLUIDO


  CAPÍTULO IX  
AS DISPOSIÇÕES LEGAIS

Art. 46- A Entidade de Origem das Prendas e Peões premiados zelará, no sentido de que seus representantes possam desenvolver condignamente as atividades do cargo, tanto em âmbito local, como no da sua Região e Estado, conforme for galgando posições.

Art. 47- Cabe ao MTG, o patrocínio total das despesas necessárias ao cumprimento do convite oficial, que formular às Primeiras Prendas e aos Peões Barriga Verde (mirim, juvenil, adulta e veterana) para prestigiarem qualquer evento.

Art. 48 São deveres do prendado:

a)Todas as Primeiras Prendas e Peões Barriga Verde vencedores do Concurso Estadual assumem a responsabilidade de representar o Estado de Santa Catarina nos concursos ao encargo da CBTG, que são realizados na segunda quinzena do mês de janeiro dos anos pares.

b)Na entidade: Fica a critério da entidade e do Prendado a organização de pelo menos 2 eventos artísticos ou culturais.

c) Na região: O Prendado regional deverá organizar pelo menos um Encontro Regional de Prendas e Peões e um encontro Cultural, além dos projetos a serem executados.

d) No Estado: Prendas Adultas, responsáveis pela organização do Concurso Estadual em conjunto com a Entidade anfitriã e com o Departamento Cultural. Peões Adultos, responsáveis por organizar o Encontro de Prendas e Peões, na cidade do 1 Peão Adulto, acontecendo no mês de março dos anos pares, antecedendo assim o Concurso Estadual de Prendas e Peões. As Prendas e Peões Regionais apresentarão os projetos desenvolvidos na sua gestão. Após empossados, as Prendas e Peões Adultos têm até abril do ano ímpar para organizarem um Encontro Cultural, em local a ser definido pelos mesmos.

Prendas Veteranas, responsáveis por organizar exposição de artesanato no Enjutra. Peões Veteranos, responsáveis por organizar uma mostra campeira no Enjutra.

Prendas e Peões Juvenis, responsáveis por organizarem o Momento Jovem durante o Congresso Tradicionalista, sob a supervisão das Prendas e Peões Adultos.

Prendas e Peões Mirins, responsáveis por organizar o Momento Mirim, durante o Enjutra, supervisionados pelas Prendas e Peões Juvenis. Além dos compromissos acima, cada Prenda e Peão deverá obrigatoriamente organizar durante sua gestão, mais um evento de sua escolha, com apresentação de relatório e participar de no mínimo dois eventos de nível estadual, com a devida comprovação. O não cumprimento do presente artigo, sujeita os faltosos à punição, conforme artigo 49.


  CAPÍTULO X  
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 49- As Prendas e Peões, detentoras de faixas e botons que, de alguma forma denegrirem o Título que ostentam, contrariando as finalidades e objetivos constantes do Art. 2° deste Regulamento, ficam sujeitas a sanções disciplinares, inclusive pena de destituição.

a) Na Fase Interna, compete a Patronagem da Prenda faltosa (julgamento e a atribuição da penalidade, cabendo recurso a Região Tradicionalista em última instância).

b) Na Fase Regional, compete ao Coordenador (a) Artístico da Região o julgamento e a atribuição da penalidade, cabendo recurso ao Diretor Cultural do MTG SC, em última instância.

c) Na Fase Estadual, compete ao Diretor Cultural do MTG, juntamente com o Presidente do MTG, em instância única, o julgamento e atribuição da penalidade.

Art. 50- Os casos omissos deste regulamento serão resolvidos:

a) Na Fase Interna, pela Patronagem da Entidade.

b) Na Fase Regional, pelo Coordenador (a) Artístico da Região.

c) Na Fase Estadual, pela Comissão Central, juntamente com o Diretor Cultural do MTG-SC e o Presidente do MTG SC.

Art. 50. O Presente Regulamento foi aprovado em convenções anteriores e na convenção de 17 de maio de 2006, alterado na Convenção de 17 de fevereiro de 2007, na cidade de Lages, e na convenção de 27 de maio de 2009.


   
BIBLIOGRAFIA BÁSICA PARA OS CONCURSOS ESTADUAIS E REGIONAIS





  PLANILHA  
PEÃO BARRIGA-VERDE – MIRIM

CONCORRENTE:___________________________________________________

CTG/GRUPO:_______________________________________________________

MUNICÍPIO:________________________________________________________

REGIÃO TRADICIONALISTA:____________________________________

FASE INTERNA ( ) REGIONAL ( ) ESTADUAL ( )

A) PROVA ESCRITA: valor de 30 pontos

a.1) Noções de Folclore, Tradição e Tradicionalismo 10 pontos

a.2) Noções de História - Santa Catarina e Brasil 10 pontos

a.3) Noções de Geografia de Santa Catarina e do Brasil 10 pontos

TOTAL: ________

B) PROVA ARTÍSTICA : Valor de 30 pontos

b.1) Declamar (Tema Gaúcho) 00 a 07 ______________

b.2) Dança do Folclore Vigente (salão)00 a 07 ______________

b.3) Dança Tradicional Gaúcha (Invernada) 00 a 07 ______________

b.4) Apresentação de livre escolha de uma das seguintes modalidades:

Canto ( ) tocar instrumento musical ( ), contar uma lenda ( ) fazer peça de artesanato( )00 a 09 ______________

TOTAL: ________

C) MATURIDADE:

c.1)Participação e promoção de atividades tradicionalistas: 00 a 06 ______________

c.2) Pesquisa Histórica:00 a 04 ______________

TOTAL: ________

D) PROVA CAMPEIRA: valor 30 pontos

d.1) Será escolhida uma prova valendo 10 pontos.

- Assar Churrasco ( ) Ordenhar ( ) Encilhar ( ) Tosar ( ) Arrear Mula ( ) 00 a 10____________

d.2) Serão escolhidas duas modalidades e valerá 10 pontos cada um

- Laçar vaca parada ( ) Prova de Rédeas ( ) Apartar ( ) Trançar ( ) 00 a 20_______________

TOTAL: ________

DESCONTAR:

Indumentária: 00 a 03_______________

TOTAL GERAL DA PROVA:_______________

NOME DO AVALIADOR: _______________________________________________

ASSINATURA DO AVALIADOR:
_________________________________________


   
PLANILHA PEÃO BARRIGA-VERDE:

JUVENIL ( ) ADULTO ( ) VETERANO ( )

CONCORRENTE: ____________________________________________________

CTG OU GRUPO: ____________________________________________________

MUNICÍPIO : ________________________________________________________

REGIÃO TRADICIONALISTA:

FASE: INTERNA ( ) REGIONAL ( ) ESTADUAL ( )

A) PROVA ESCRITA - valor total: 30 pontos

a.1) Folclore, Tradição e Tradicionalismo 00 a 12 _______

a.2). História, Geografia de SC e Brasil 00 a 08 _______

a.3) Atualidades 00 a.06 _______

a.4) Redação 00 a. 04 ______

TOTAL:________________________

B) PROVA ARTÍSTICA - Valor total: 40 pontos
b.1) Declamar (tema gaúcho) .......................................................00 a 07__________

b.2) Dança folclórica vigente (salão) ...........................................00 a 07_________

c.3) Dança Tradicional Gaúcha (Invern. Art) ..............................00 a 07__________

d.4) Apresentação de livre escolha de uma das seguintes modalidades:

Trova ( ) Instrumento Musical ( ), Interpretação vocal ( ) Composição de poesia ( ) Confecção de Artesanato ( ) 00 a 09___________

TOTAL:_________

C) MATURIDADE:

c.1) Participação e promoção de atividades tradicionalistas 00 a 06__________

c.2) PesquisaHistórica 00 a 04___________

TOTAL:____________________

D) INDUMENTÁRIA – Descontar 00 a 03 ___________

TOTAL DA PROVA:___________


   
ADULTO E VETERANO

E) PROVAS CAMPEIRAS - Valor total: 30 Pontos

I - Será sorteado uma (1) modalidade (valerá 6 pontos)

e.1)Assar churrasco ( ) Charquear ( ) Encilhar ( ) Ordenhar ( ) Tosar ( )Arrear Mula ( ) 00 a 06_________________

II - Será escolhido uma (1) modalidade (valerá 08 (oito) pontos)

e.2) Alambrar ( ) Ferrar ( ) Trançar ( ) Tosquiar ( ) 00 a 08_________________

III - Será escolhida pelo candidato 2 (duas) modalidades (valera 8 pontos cada)

e.3) Laçar ( ) Pealar ( ) Ginetear ( ) Apartar ( )Prova de Rédeas( )00 a 16_________________

TOTAL: __________________

CAMPEIRA JUVENIL - Valerá 30 pontos

I - Será sorteada uma prova valendo 10 pontos

e.1) Assar Churrasco ( ) Charquear ( ) Encilhar ( ) Ordenhar ( ) Tosar ( ) Arrear Mula ( ) 00 A 10___________

II - Será escolhida pelo candidato duas modalidades, valendo 10 pontos cada uma.

e.2) Laçar ( ) Pealar ( ) Prova de Rédeas ( ) Apartar ( ) Tosquiar ( ) Trançar ( ) Alambrar ( )00 a 20 ___________

TOTAL: __________________

TOTAL GERAL DA PROVA: __________________

NOME DO AVALIADOR: _______________________________________________

ASSINATURA DO AVALIADOR: _________________________________________


   
PLANILHA PRENDA MIRIM

NOME DA CONCORRENTE: ____________________________________________

CTG:________________________________________________________________

MUNICÍPIO: __________________________________________________________

REGIÃO TRADICIONALISTA:

FASE: INTERNA ( ) REGIONAL ( ) ESTADUAL ( )

A) PROVA ESCRITA - VALOR 45 PONTOS

a1) Noções de História De Santa Catarina e Brasil..................... 00 A 15__________

a2) Noções de Geografia De Santa Catarina e Brasil................. 00 A 15 __________

a3) Noções de Folclore, Tradição e Tradicionalismo................... 00 A 15 __________

B) Prova Artística - Valor 55 Pontos

b1) Declamar (Tema Gaúcho) 00 A 05 __________

b2) Dança Do Folclore Vigente (Salão) Ou Dança Tradicional (Invernada) 00 A 05 _________

b3) Cantar ou contar lenda ou Tocar (gaita,viola,violão,rabeca,pandeiro) 00 A 05 __________

b4) Apresentação de um Artesanato Gaúcho, brinquedo ou brincadeira folclórica 00 A 55 ___

b5) Desenvoltura, Expressão e Simpatia 00 A 15 _________

b6) Pesquisa Histórica 00 a 04 _________

C)Vivência Tradicionalista

C7)Promoção de Atividades Tradicionalistas..................................... 00 A 09 _________

C8) Participação em Atividades Tradicionalistas................................00 A 07 _________

Total:____________

Indumentária: Descontar Até 3 Pontos .......................................... 00 A 03___________

TEMPO PARA PROVA: ESCRITA - 2,30 HORAS
ARTÍSTICA - 35 MINUTOS

NOME DO AVALIADOR(A): _____________________________________________

ASSINATURA DO AVALIADOR(A):_______________________________________


   
PLANILHA PRENDA JUVENIL, ADULTA E VETERANA

JUVENIL ( ) ADULTA ( ) VETERANA ( )

NOME: ______________________________________________________________

CTG: _______________________________________________________________

MUNICÍPIO: __________________________________________________________

REGIÃO TRADICIONALISTA: ____________________________________________

FASE: INTERNA ( ) FASE REGIONAL ( ) ESTADUAL ( )

A) PROVA ESCRITA - VALOR DE 45 PONTOS

a1) História de Santa Catarina e do Brasil .....................................00 a 10 __________

a2) Geografia de Santa Catarina e do Brasil .................................00 a 10 __________

a3) Folclore, Tradição e Tradicionalismo ......................................00 a 15 __________

a4 Atualidades .............................................................................00 a 05 __________

a5) Redação ..................................................................................00 a 05 __________

B) Prova Artística - Valor 55 Pontos

b1) Declamar (Tema Gaúcho)......................................................... 00 a 05 __________

b2) Dança Do Folclore Vigente (Salão) Ou Dança Tradicional(Invernada) 00 a 05 _________

b3) Cantar Ou Tocar (gaita,viola,violão,rabeca,pandeiro) .............. 00 a 05 __________

b4) Apresentação de um Artesanato Gaúcho .................................. 00 a 05__________

b5) Desenvoltura, Expressão e Simpatia.......................................... 00 a 15 _________

b6) Pesquisa Histórica........................................................................00 a 04 _________

C)Vivência Tradicionalista

c7)Promoção de Atividades Tradicionalistas..................................... 00 a 09 _________

c8) Participação em Atividades Tradicionalistas................................00 a 07 _________

TOTAL:

INDUMENTÁRIA: DESCONTAR ATE 3 Pontos .............................................. 00 a 03

TEMPO DAS PROVAS: ESCRITA - 2,30 horas
ARTÍSTICA - 35 minutos

NOME DO AVALIADOR(A): _____________________________________________

ASSINATURA DO AVALIADOR(A): _______________________________________


   
MODELO DE ATA

Aos _______ dias do mês de ___________________ de dois mil e _____________ na cidade de ____________________________, _________ Região Tradicionalista, realizou-se o CONCURSO INTERNO (REGIONAL) DE PEÃO BARRIGA VERDE, tendo como local a sede do __________________________. Fizeram parte da Comissão Avaliadora as seguintes pessoas ________________________________
___________________________________________________________________.

Após a realização do concurso, a Comissão Avaliadora divulgou o presente resultado:

1° LUGAR PEÃO MIRIM: _______________________________________________

2° LUGAR PEÃO MIRIM: _______________________________________________

3° LUGAR PEÃO MIRIM: _______________________________________________

1° LUGAR PEÃO JUVENIL: _____________________________________________

2° LUGAR PEÃO JUVENIL: _____________________________________________

3° LUGAR PEÃO JUVENIL: _____________________________________________

1° LUGAR PEÃO ADULTO: _____________________________________________

2° LUGAR PEÃO ADULTO: _____________________________________________

3° LUGAR PEÃO ADULTO: _____________________________________________

1° LUGAR PEÃO VETERANO: ___________________________________________

2° LUGAR PEÃO VETERANO: __________________________________________

3° LUGAR PEÃO VETERANO: ___________________________________________

Nada mais havendo a constar, eu, ________________________________________ Lavrei a presente ata, que vai assinada por mim, pelo Patrão do CTG (na fase interna), pelo Coordenador Regional (Fase Regional).

____________________, _____, _________________________, ______.
______________________________ _________________________________

Secretário Patrão ou Coordenador (a)


   
MODELO DE ATA

Aos _____ dias do mês de _________de dois mil e______, na cidade de _________,____ Região Tradicionalista, realizou-se o CONCURSO INTERNO (REGIONAL) DE PRIMEIRAS PRENDAS, tendo como local a sede do ________________, Fizeram parte da Comissão Avaliadora as seguintes pessoas
_____________________________________________________________________ .

Após a realização do concurso, a Comissão Avaliadora divulgou o presente resultado:

1°LUGAR PRENDA MIRIM:

2º LUGAR PRENDA MIRIM:

3° LUGAR PRENDA MIRIM:

1°LUGAR PRENDA JUVENIL:

2° LUGAR PRENDA JUVENIL:

3º LUGAR PRENDA JUVENIL:

1°LUGAR PRENDA ADULTA:

2º LUGAR PRENDA ADULTA:

3° LUGAR PRENDA ADULTA:

1ºLUGAR PRENDA VETERANA:

2º LUGAR PRENDA VETERANA:

3° LUGAR PRENDA VETERANA:

Nada mais havendo a constar, eu lavrei a presente ata, que vai assinada por mim, pelo o Patrão do CTG(na fase interna),pelo Coordenador(a) Artístico Regional (Fase Regional).

LOCAL / /

Secretário Patrão ou Coordenador (a)


   
MODELO FICHA DE INSCRIÇÃO

CATEGORIA:

REGIÃO:

NOME DA(O) CANDIDATA(O):

IDENTIDADE TRADICIONALISTA do MTG/SC:

NOME DOS PAIS:
A)
B)

DATA DE NASCIMENTO:

SÉRIE QUE ESTUDA:

COLÉGIO:

ENDEREÇO:

CIDADE:

CEP:

REPRESENTANTE DO CTG:

MUNICÍPIO:

LOCAL E DATA:

Assinatura da(o) candidata(o)

Assinatura do Coordenador(a)


  QUANDO MENOR DE 18 ANOS:  
AUTORIZAÇÃO

PELA PRESENTE, CONFIRMO MINHA AUTORIZAÇÃO PARA QUE MEU (MINHA) FILHO(A), ACIMA QUALIFICADO PARTICIPE DO CONCURSO LEVADO A EFEITO PELO CTG (MTG), BEM ASSIM COMPROMETO-ME A ACOMPANHÁ-LO QUANDO SE FIZER NECESSÁRIO AO CARGO INERENTE.

LOCAL E DATA: ______________________________________________________

Assinatura do Pai / Mãe ou responsável

23

NOTA: A presente ficha deverá ser preenchida e enviada ao CTG ou MTG até
_____/_____/____

Deverão acompanhar obrigatoriamente a ficha de inscrição os seguintes documentos:

1 - Cópia da certidão de Nascimento ou Identidade

2 - Quando Estadual, cópia da ata do resultado na Fase Regional.

3-Quando na Fase Regional ou Estadual, um termo de compromisso do Patrão de sua
Entidade apoiando e dando condições para que este desenvolva seu trabalho.

REELABORAÇÃO:

ADYVA STEIN HOLZ
MAGDA PORTO CORREA
APRESENTAÇÃO:

CONVENÇÃO TRADICIONALISTA DO MTG/SC
Lages (SC) Maio/2006

Acrescido das alterações da Convenção de 17 de fevereiro de 2007, fevereiro de 2008 e abril de 2009.


   
APRESENTAÇÃO

A Diretoria do MTG-SC, através do Departamento Campeiro, objetivando disciplinar e tornar homogêneas as atividades campeiras praticadas no Estado de Santa Catarina, oportunizando assim uniformidade e conseqüente igualdade de condições entre todos os tradicionalistas gaúchos, resolve reeditar o presente REGULAMENTO, que passará a vigorar em todo o território catarinense, no prazo de 60 (sessenta) dias contados da sua aprovação, ou seja, 01/06/2011.

O presente documento, que mereceu revisões necessárias e imprescindíveis em sua forma didática e redacional, restou reformulado em muitos de seus aspectos, contudo, sem prejuízo do mérito e essência de normativos já consagrados. Contempla todas as alterações ocorridas a partir da edição da sua versão primitiva, até a presente data, resultantes de exaustivas discussões, debates e aprovações pertinentes havidas ao longo do tempo, culminando com sua aprovação integral em Convenção Tradicionalista realizada em 01/06/2011, na forma dos artigos 25 e 26 dos Estatutos Sociais do MTG-SC.

Apresenta também um novo formato, com a finalidade de facilitar sua mais ampla divulgação, manuseio, interpretação, sobretudo rigorosa observância e aplicação.

Doravante as alterações que se sucederem passarão a integrar, imediatamente após as respectivas aprovações, a matriz que é mantida no Site do MTG-SC (www.mtgsc.com.br), que, por sua vez, fará a inserção nota/aviso alertando sobre o fato. Afigura-se recomendável, assim, que todos os tradicionalistas interessados acessem periodicamente à referida página, de sorte a resgatar eventuais modificações, transportando-as para os exemplares que detenham, mantendo-os convenientemente atualizados.

Todas as entidades filiadas (CTG´s, Piquetes, etc.) receberão um exemplar deste Regulamento, cabendo aos respectivos Patrões a responsabilidade e obrigação de promover sua mais ampla divulgação perante todos os integrantes de seus quadros associativos, para prevenir responsabilidades e para que ninguém possa alegar desconhecimento.

Diretoria do MTG/SC
Gestão 2010/2012

Lages (SC), 01 de junho de 2011.

MTG-SC 38 ANOS DE TRADIÇÃO (18/05/1973 – 18/05/2011)