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Laço Inclusão será atração na Tarde Azul, em Caçador

No dia 29 de março de 2026, o Parque Central José Rossi Adami, de Caçador, será palco de um momento especial para a tradição e para a inclusão em Santa Catarina. Durante o evento Parque Azul, acontece o apresentação de Laço Inclusão, uma iniciativa que une o tradicionalismo gaúcho a um propósito ainda maior: promover acessibilidade, respeito e participação para todos.

O Parque Azul é uma ação promovida pela Associação de Pais Pró Autistas de Caçador (APPA) e já se consolida como um importante espaço de conscientização e celebração, reunindo famílias, entidades e a comunidade em torno da causa do autismo. Em 2026, o evento ganha um significado ainda mais especial com a chegada do Laço Inclusão.

O que é o Laço Inclusão?

O Laço Inclusão nasce com o objetivo de ampliar oportunidades dentro do universo tradicionalista, incentivando a participação de pessoas com deficiência, especialmente pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), nas atividades campeiras. A proposta reforça valores que sempre fizeram parte do Movimento Tradicionalista Gaúcho: união, respeito, coragem e pertencimento.

Mais do que uma modalidade, o Laço Inclusão representa um compromisso social. Ele demonstra que tradição e inclusão caminham juntas, fortalecendo vínculos familiares e comunitários, além de proporcionar experiências significativas para todos os envolvidos.

Tradição que acolhe

O MTG/SC reafirma, com essa iniciativa, seu compromisso com uma tradição viva, dinâmica e acessível. O laço, símbolo de habilidade e destreza, transforma-se também em símbolo de acolhimento e oportunidade. O lançamento no Parque Azul reforça a importância de abrir espaços para que cada vez mais pessoas possam vivenciar o tradicionalismo em sua plenitude, respeitando suas individualidades e potencialidades.

Convite à comunidade

O convite está feito: venha conhecer o Laço Inclusão no dia 29 de março de 2026, no Parque Central de Caçador, e fazer parte deste novo capítulo da história tradicionalista catarinense. Porque tradição de verdade é aquela que abraça, inclui e transforma.